quarta-feira, 27 de agosto de 2025

GDSUN destina 50 toneladas de módulos à reciclagem

Companhia estruturou um processo integrado de coleta, reciclagem e reaproveitamento de módulos fotovoltaicos, após um projeto-piloto desenvolvidos em 2024, que encaminhou 7,3 toneladas de resíduos para reciclagem, servindo de base para a operação atual.
A usina fotovoltaica Ituverava II é a 22ª instalação GD da GDSun no estado de São Paulo

Após estruturar um processo integrado de coleta, reciclagem e reaproveitamento de módulos fotovoltaicos, a GDSUN concluiu a operação de retirada e destinação ambientalmente adequada de aproximadamente 50 toneladas de módulos avariados, adotando um modelo de aterro zero e reinserindo materiais como vidro, alumínio e cobre em novas cadeias produtivas.

A iniciativa marca a consolidação de práticas desenvolvidas desde 2024, quando um projeto-piloto encaminhou 7,3 toneladas de resíduos para reciclagem, servindo de base para a operação atual. Todo o processo envolveu etapas logísticas complexas, com planejamento de rotas, transporte seguro e triagem técnica dos equipamentos, além da parceria com empresas especializadas em reciclagem e economia circular.

Grande parte dos frutos mais fáceis já foram colhidos quando se trata de reciclagem de módulos fotovoltaicos. Alumínio e cobre são facilmente reciclados.

“Assumimos a responsabilidade por todo o ciclo de vida dos nossos ativos, do início ao fim. Não se trata apenas de gerar energia limpa, mas de garantir a adoção de práticas responsáveis quando a vida útil de nossos equipamentos se encerra”, afirma Simone Suarez, CEO da GDSUN.

Os módulos retirados eram constituídos de vidro temperado, células fotovoltaicas, alumínio, cabos e polímeros. Após descaracterização industrial e separação técnica, o vidro é transformado em insumos para indústrias de cerâmica, tintas e isolantes térmicos; o alumínio foi direcionado à indústria metalúrgica; e o cobre, reciclado para a produção de fios e motores.

Os rejeitos foram coprocessados, evitando envio para aterros e reduzindo impactos ambientais.

A operação contou com rastreabilidade completa e emissão do Certificado de Destinação Final (CDF), documento que detalha volumes e destinos de cada material. A ação reforça o alinhamento da GDSUN aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU).

Reciclagem de placas solares residuais Luzia evita a emissão de 26 toneladas de CO2. (pv-magazine-brasil)

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