sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Volume morto de represa dura apenas mais cinco dias

O volume morto da represa Atibainha, em Nazaré Paulista, tem apenas mais cinco dias de uso, antes de acabar. A represa faz parte do Sistema Cantareira e é responsável por garantir o abastecimento de água de 6,5 milhões de habitantes da Grande São Paulo.
A água do volume morto da Atibainha começou a ser retirado pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) em 15 de agosto, de lá para cá, o nível da represa profunda caiu de 79,9% para 6,4% da capacidade.
Vista da represa de Atibainha, em Nazaré Paulista.
Situação bem diferente do que aconteceu em 2010, quando as fortes chuvas na região fizeram a represa chegar a 101% da capacidade e provocar inundações em bairros de Atibaia, Piracaia, Bom Jesus dos Perdões e Bragança Paulista.
A realidade atual, no entanto, é bem diferente. Desde 19 de setembro, o esvaziamento da represa foi acelerado com o desligamento das bombas que sugavam o volume morto das represas Jaguari-Jacareí, em Joanópolis. Com isso, a Atibainha ficou responsável pelo abastecimento das zonas norte, oeste e central da capital paulista.
Após o fim do volume morto da Atibainha, a Sabesp contará com os 35 bilhões de litros da Jaguari-Jacareí, que são os maiores reservatórios do Cantareira. A previsão é que a água da primeira cota do volume morto termine na primeira quinzena de novembro. A Sabesp pretende usar a segunda cota, de 106 bilhões de litros, para garantir o abastecimento até março de 2015. (uol)

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