terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Lei europeia é tida como modelo

A legislação europeia que regula o descarte de eletrônicos usados está servindo de base para o desenvolvimento de uma regulamentação semelhante em Minas Gerais. O projeto vem sendo tocado pela Fundação Estadual do Meio Ambiente do Estado e deverá ficar pronto ainda neste ano. O órgão também pretende apresentar a proposta para ser discutida no grupo de trabalho que trata do assunto no Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), para tentar chegar a um consenso nacional sobre o descarte de lixo eletrônico.Conhecida como diretiva para o lixo de equipamentos eletroeletrônicos (Waste Electrical and Electronic Equipment/WEEE), a legislação é vista como uma das mais completas e pioneiras no mundo. Em vigor desde 2003, restringe o uso de materiais tóxicos na produção de eletrônicos e cria um sistema conjunto de coleta e reciclagem.
Apesar disso, apenas um terço do lixo eletrônico vem sido tratado corretamente na Europa. Uma revisão está sendo proposta para tentar estabelecer metas mais severas. Uma das ideias é estabelecer que países da União Europeia anualmente destinem para reciclagem ou reutilização 65% de todos os eletrônicos vendidos nos dois anos anteriores. De acordo com o levantamento do Greenpeace, no Guia de Eletrônicos Verdes, a pressão por melhores práticas dos fabricantes de eletrônicos têm tido resultados práticos. A cada ano, mais empresas têm determinado a retirada de materiais tóxicos da produção de equipamentos e melhorado, aos poucos, a coleta de lixo eletrônico. Tuvalu é a próxima vítima O arquipélago de Tuvalu fica a mais de mil quilômetros de Fiji, na Oceania, e é uma das menores nações independentes do mundo. O país tem uma das políticas ambientais mais evoluídas porque a cautela é a única forma de proteger seu território: são 26 km² de ilhas a menos de 3 metros do nível do mar, em média. O principal projeto de Tuvalu consiste em se tornar, até 2020, o primeiro país do mundo a utilizar energia exclusivamente de fontes renováveis. Atualmente, o país de quase 12 mil habitantes usa geradores movidos a diesel. Se o nível do mar continuar subindo, Tuvalu fica inabitável até 2050.

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