Mudanças Climáticas, origens e efeitos – O que a sociedade capixaba pensa sobre o assunto.
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Apesar da temática “Mudanças Climáticas” ser do pleno interesse da sociedade, com requerimentos protocolizados junto aos Conselhos Estadual de Meio Ambiente (CONSEMA) e Estadual de Recursos Hídricos (CERH), por entidades da sociedade civil com assento nestes Conselhos (Junho de 2018 e Abril de 2019), até hoje, de forma inexplicável, nada foi feito por parte dos gestores ambientais no que se refere a convocação de reunião conjunta dos Conselhos para analisar e propor ações (corretivas e preventivas) que possam balizar a ação do Poder Público.
Entre
outros questionamentos, foi perguntado aos entrevistados se conheciam o termo
“Mudanças Climáticas”, obtendo-se respostas afirmativas em percentual que
oscilou entre 18 e 23%. Para “Efeito Estufa” oscilou entre 1 e 2%, “Aquecimento
Global” 17 e 22% e para “Desenvolvimento Sustentável” entre 11 e 20%, o que
evidência a distância entre a sociedade e os conceitos básicos do conteúdo da
pesquisa.
Foi
pesquisada a causa das Mudanças Climáticas, observando-se a seguinte resposta:
“devido a atividade humana” (entre 15 e 19%), questionando-se também se o
Aquecimento Global (causa das Mudanças Climáticas) seria um problema sério,
apenas 3 a 8% dos entrevistados confirmaram o fato.
O clima da Terra tem passado por contínuas variações naturais ao longo de sua história evolutiva, gerando e transformando novas organizações de ecossistemas. O último período de glaciação, por exemplo, terminou há 10 mil anos, quando começou o atual período de interglaciação. Nessas últimas décadas, tem-se observado, com mais frequência alterações nas condições climáticas.
O clima da Terra tem passado por contínuas variações naturais ao longo de sua história evolutiva, gerando e transformando novas organizações de ecossistemas. O último período de glaciação, por exemplo, terminou há 10 mil anos, quando começou o atual período de interglaciação. Nessas últimas décadas, tem-se observado, com mais frequência alterações nas condições climáticas.
A
ação do Poder Público foi avaliada em termos de assegurar condições para a
minimização do processo de Mudanças Climáticas, sendo, por 10 a 13% dos
entrevistados, considerado como uma fraca ação, e 7 e 8%, uma muito fraca.
Questionado
se as instituições de ensino superior (públicas e privadas) estão preparando
adequadamente os profissionais que deixam as faculdades de modo a poder
enfrentar o tema Mudanças Climáticas, apenas 4 a 8% indicaram que sim.
Consultados
se conheciam alguma organização não governamental (ONG) que atuasse na região
onde mora, 21 a 23% disseram que não, além de acusar um reduzido acesso a sites
ligados à temática ambiental (0,5 e 2% disseram que sim).
Perguntados
se teriam interesse em ter maiores informações sobre o tema Mudanças
Climáticas, foi observado respostas entre 5 e 8%. Quanto a Aquecimento Global
as respostas oscilaram entre 9 e 11% e em relação a Efeito Estufa, 4 a 5%.
Questionados
se a sociedade teria poder para exigir ações do Poder Público em relação as
Mudanças Climáticas, 9 a 14% indicaram que a sociedade tem pouco poder, mas que
deveria lutar para reverter esta situação.
Visando entender como a sociedade percebe os efeitos decorrentes das Mudanças Climáticas, foram observadas as seguintes respostas: “aparecimento de efeitos climáticos extremos” (8 a 15%), “elevação do nível dos mares” (11 a 17%), “derretimento das geleiras” (12 a 19%), “redução na disponibilidade de água” (4 a 12%), “desertificação” (7 a 14%), “efeitos na agricultura” (2 a 11%) e “efeitos sobre a saúde da população” (4 a 12%), contexto que caracteriza uma visão muito limitada da problemática das Mudanças Climáticas. (ecodebate)
Visando entender como a sociedade percebe os efeitos decorrentes das Mudanças Climáticas, foram observadas as seguintes respostas: “aparecimento de efeitos climáticos extremos” (8 a 15%), “elevação do nível dos mares” (11 a 17%), “derretimento das geleiras” (12 a 19%), “redução na disponibilidade de água” (4 a 12%), “desertificação” (7 a 14%), “efeitos na agricultura” (2 a 11%) e “efeitos sobre a saúde da população” (4 a 12%), contexto que caracteriza uma visão muito limitada da problemática das Mudanças Climáticas. (ecodebate)
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