segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Aquecimento global: os perigos

Os perigos do aquecimento global na sua vida são muitos
Pessoas vivas hoje vai viver o suficiente para sentir os efeitos mais perigosos deste problema global, alertam os cientistas.
O que pode acontecer?
A maioria das pessoas vivas hoje verá os ‘perigos’ do aquecimento global em suas vidas.
Se você está vivo hoje, há uma boa chance de você viver o suficiente para sentir os efeitos mais perigosos do aquecimento global, alertam os cientistas.

Um aumento de 2°C acima dos níveis pré-industriais é visto pela maioria dos cientistas como o ponto no qual o aquecimento global causará seus efeitos mais preocupantes.
Segundo os cientistas, os esforços de mais de 200 governos para limitar o aquecimento global em 1.5°C é “insuficiente”.
Em 2050, não apenas esse número terá passado o limite de 1.5°C como pode já ter atingido o número considerado perigoso.
Robert Watson, um cientista britânico-americano, coautor do estudo ‘A Verdade Sobre Alterações Climáticas’ diz: “De fato, temos um problema”.
Embora o Acordo de Paris sobre as mudanças climáticas seja um passo importante, é necessário que os esforços se dupliquem ou tripliquem para que tenhamos um resultado satisfatório.
“Acho que a meta de 1.5°C claramente não é alcançável. É possível que já tenhamos batido esse aumento de temperatura no início de 2030.”

“Sem esforços adicionais nas reduções das principais emissões, o aumento de 2°C pode facilmente chegar ainda mais depressa.”
Hoje, na comunidade científica, nenhum pesquisador sério nega que o planeta esteja se aquecendo e que isso trará consequências sérias. O litoral de todo o planeta deve ser inundado, com diversas áreas desaparecendo. Estima-se que uma a cada seis espécies de seres vivos desaparecerá até o fim do século.
Tempestades, furacões e ondas de calor ficarão cada vez mais violentas e imprevisíveis. Até a economia será duramente afetada, com milhões de postos de trabalho desaparecendo, especialmente em países que dependam mais de agricultura. (yahoo)

Nenhum comentário: