segunda-feira, 1 de março de 2010

Aquecimento global pode acelerar crescimento de florestas

Fenômeno é ligado ao aumento dos níveis de gás carbônico na atmosfera e ciclos mais longos de crescimento.
Segundo estudo, árvores têm hoje mais tempo e mais gás carbônico para crescer. As florestas no hemisfério norte estão crescendo a um ritmo mais rápido do que há 225 anos e o fenômeno pode estar ligado ao aquecimento global, diz um estudo realizado nos Estados Unidos. Durante 22 anos, o ecologista Geoffrey Parker, do Centro de Pesquisa Ambiental do Instituto Smithsonian, em Maryland, acompanhou o crescimento no volume de árvores em 55 bolsões de florestas mistas e em diferentes estados de desenvolvimento. Ele constatou que, em média, as florestas registravam um crescimento médio de duas toneladas adicionais por acre (0,4 hectare) anualmente, o equivalente ao volume de uma árvore nova de 0,5 metro de diâmetro nascendo a cada ano. Usando técnicas que permitem a comparação de trechos de florestas do mesmo tipo em diferentes estágios de desenvolvimento, a pesquisa pode mapear o crescimento de árvores de idades de cinco a 225 anos. Com isso, Parker e o co-autor do estudo, Sean McMahon, do Instituto de Pesquisas Tropicais do Smithsonian, puderam determinar que o crescimento acelerado é um fenômeno recente. Se as árvores todas tivessem crescido no ritmo desses últimos 22 anos, as florestas seriam bem maiores. Parker e McMahon disseram que o principal responsável pelo fenômeno seriam efeitos ligados às mudanças climáticas, em particular, o aumento dos níveis de gás carbônico na atmosfera e ciclos mais longos de crescimento das plantas. Nos últimos 22 anos, os níveis de gás carbônico na região subiram 12% e a estação de crescimento das árvores é agora quase oito dias mais longa. Com isso, as árvores têm hoje mais tempo e mais gás carbônico para "ganhar peso", como definem os cientistas. Os especialistas disseram não saber ao certo as implicações que este aumento nas florestas poderia ter sobre o meio ambiente. Sabe-se que pequenas mudanças nos padrões de desenvolvimento das árvores podem ter consequências sobre ciclos de nutrientes, biodiversidade e clima. As florestas e os seus solos armazenam a maior parte do estoque terrestre de gás carbônico. Por isso, a própria taxa de crescimento da floresta pode alterar os padrões do clima e do próprio processo de mudança climática. Os pesquisadores americanos esperam que cientistas em outras partes do mundo também monitorem suas florestas para determinar quão difundido é o fenômeno. Como os ecossistemas vão responder às mudanças climáticas é uma das maiores incertezas enfrentadas hoje nesta área pelos cientistas.

Redução no desmate da Amazônia

MPF/PA: redução no desmate da Amazônia reflete compromisso de empresas contra pecuária ilegal. Em julho, os maiores frigoríficos do país se comprometeram com o MPF no Pará a não comprar gado de fazendas que promovem desmatamento ilegal A redução recorde na taxa de desmatamento da Amazônia no final de 2009 é reflexo do compromisso assumido pelos maiores frigoríficos, curtumes e exportadores de gado do país em não comprar matéria-prima de fazendas que promovem a derrubada ilegal da floresta, afirma o Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA). Os números foram anunciados em 02/02/2010, pelo Ministério do Meio Ambiente: em outubro e novembro de 2009, o desmatamento na região atingiu 247 quilômetros quadrados de floresta. Na comparação com os mesmos meses de 2008 a queda foi de 72,5%. Para os procuradores da República que atuam no caso, além das operações realizadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e órgãos policiais federais e estaduais, a assinatura de termos de ajuste de conduta (TACs) entre empresas clientes de pecuaristas da Amazônia e o MPF/PA é um dos fatores que promoveram a redução do desmatamento porque os acordos foram na raiz do problema: quem desmata deixa de vender. Novos frigoríficos podem ser processados – O primeiro prazo dos TACs começou a valer nesta segunda-feira, 1º de fevereiro, quando os frigoríficos, curtumes e exportadores de gado passaram e ter que exigir de seus fornecedores a inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR) da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) do Pará. Desde julho, depois que os acordos entre MPF/PA e empresas foram assinados, o número de propriedades rurais inscritas no CAR aumentou dez vezes. A maioria das empresas que assinou TAC com o MPF/PA havia sido processada como responsável pelo desmatamento de uma área de 157 mil hectares (o equivalente à área do município de São Paulo) ocorrido em 20 grandes fazendas no Pará. Os processos judiciais só foram suspensos depois que os TACs foram assinados. Agora, em fevereiro de 2010, o MPF/PA identificou outros frigoríficos que estão adquirindo bois de áreas desmatadas ilegalmente. Essas empresas também serão processadas criminalmente. Os nomes dos estabelecimentos só poderão ser revelados quando as ações forem encaminhadas à Justiça, informa o MPF/PA.

América Latina precisa de controle climático

Relatório da ONU revela que a América Latina necessita controlar as emissões de gases de efeito estufa e o desmatamento.
Segundo relatório, desmatamento é o dobro da média mundial e emissões cresceram 40%. América Latina deve reduzir sua taxa de desmatamento, “o dobro da média mundial”, e cortar suas emissões de dióxido de carbono (CO2), que cresceram 40,8% de 1990 a 2005, revelou um relatório da ONU sobre o cumprimento das Metas do Milênio para Meio Ambiente apresentado ontem (18/02) no México. O ponto destacável na região é a “extensão das áreas naturais protegidas, a redução do consumo de substâncias que aumentam a camada de ozônio” e a expansão da “cobertura de serviços de água e saneamento”, detalha o estudo, intitulado “Objetivos de Desenvolvimento do Milênio: avanços na sustentabilidade ambiental na América Latina e o Caribe”. Reportagem de Alberto Cabezas, da Agência EFE. Em entrevista coletiva realizada na capital mexicana a vice-secretária-geral da ONU, a tanzaniana Ashe-Rose Migiro, e outros altos funcionários apresentaram dados promissores sobre desenvolvimento e mudança climática, mas suscetíveis a ampliar as melhorias. Migiro lembrou que na região “muito foi feito para atender à mudança climática e o desenvolvimento sustentável”, embora tenha ressaltado que é preciso fazer mais esforços, especialmente no combate à pobreza. A mexicana Alicia Bárcena, secretária executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe da ONU (Cepal), detalhou como as áreas naturais protegidas cresceram 120% entre 1990 e 2005 e já representam 21,1% da superfície total da América Latina. Segundo Bárcena, um dos aspectos que registrou maio avanço foi no cumprimento do Protocolo de Montreal, em vigor desde 1989, destinado a eliminar as substâncias destruidoras da camada de ozônio, principalmente das conhecidas como os clorofluorcarbono (CFCs). Esses gases nocivos foram reduzidos em 85%, com o que foi possível expandir o acesso à água potável (10%), 92% dos latino-americanos e caribenhos têm o bem em casa. Também cresceram (17%) os serviços de águas e esgoto, com os quais agora contam 84% da população. Nestes dois últimos, a situação no campo é pior do que a nas cidades, com 80% dos habitantes com acesso à água e 67% com esgotos adequados. Para o futuro, Bárcena citou como desafio frear a redução das florestas, cuja destruição avança a uma taxa média no mundo de 3%, mas na América Latina e no Caribe o percentual é de 6,97%. Deste desmatamento 86% foi registrado na Amazônia e, embora no Chile e no Uruguai tenham sido registrados reflorestamentos “através de plantações industriais em larga escala, estas não podem substituir as funções ecológicas e de proteção da biodiversidade das florestas naturais que foram eliminadas”, indica o relatório. Positivo do ponto de vista ambiental é que em 15 anos foi possível reduzir 31% da população que vive em áreas inabitáveis, mas ainda existem 100 milhões nestas condições. Quanto às emissões de gases, a secretária executiva da Cepal reconheceu que a América Latina “não é uma grande emissora”, com menos de 12% das emissões mundiais, mas alertou para as consequências da mudança de uso de solo, com menos áreas florestais e mais espaços dedicados à agricultura e à habitação. Apesar das emissões totais crescerem 40,8% na América Latina, em termos de CO2 por cada dólar do Produto Interno Bruto (PIB), registrou-se uma queda de 14,29% no período de referência, o que é positivo, segundo Bárcena. No mesmo ato, o secretário do Meio Ambiente do México, Juan Rafael Elvira Quesada, em nome do país sede da próxima Cúpula sobre Mudança Climática (COP16), que ocorrerá em Cancún, disse que o desmatamento “é um problema relacionado diretamente com o nível de pobreza”. O ministro considerou que a solução é implantar programas de desenvolvimento social e acrescentou que pagar as pessoas que vivem nas florestas e selvas para mantê-los “é uma das melhores soluções”, e com a qual os países desenvolvidos deveriam colaborar.

A hipocrisia da simples neutralização de carbono

Muitas empresas têm encontrado o fácil caminho da plantação de mudas de árvores, que levarão 20 anos para seqüestrar carbono, para tentar convencer os consumidores de que já compensaram seus pecados poluidores e que estão, novamente, livres e “zeradas” para continuarem poluindo. Na propaganda televisiva, até detergente virava uma gigante árvore, instantaneamente, na frente de um espectador infantil que não crescia. Era a lenda da semente de feijão reinventada. Carbono neutro, carbono zero, carbon free são termos cada vez mais frequentes nas propagandas no nosso dia-a-dia. Recentemente, uma empresa de estacionamento publicou um anúncio onde em um pátio totalmente asfaltado e impermeável crescia, por força de um artifício de algum programa de computador, uma frondosa árvore e a empresa anunciava que estava livre de emissões de carbono. Ora, a impermeabilidade do terreno faz muito mal à cidade estimulando o aquecimento e o transbordamento de rios. Será essa uma linguagem responsável de comunicação? Será que se pode “enganar tantos por tanto tempo”? Cabe refletirmos a respeito, pois num primeiro momento, pode-se entender que a atitude reflete uma preocupação ambiental, mas a verdade é que, muitas vezes, não passa de “greenwashing”, a tal da maquiagem verde que ou é propaganda enganosa ou é falsidade ideológica. Essas empresas ao buscarem transmitir uma imagem de responsabilidade socioambiental estão montando uma bomba relógio contra si próprias. Estimular simplesmente a compensação, em 20 anos, de suas emissões, muitas vezes por força de ineficiências em seus processos e atitudes, não contribui de forma eficaz para resolver os problemas ambientais que temos e teremos. As empresas precisam demonstrar de forma genuína e verdadeira que desenvolvem ações para que seus fornecedores, sua produção e sua distribuição sejam sustentáveis, e mais, que seus produtos e serviços são sustentáveis. Não existirão empresas sustentáveis se seus produtos e serviços não forem sustentáveis. Apenas plantar árvores que levarão 20 anos para crescer e absorver carbono não é uma solução eficiente de valorização consistente de marca e nem de contribuição efetiva para um mundo melhor, por mais que muitos ainda possam ficar na ilusão de estarem com as “consciências limpas”, mas entregando produtos e serviços não sustentáveis para consumidores cada vez mais conscientes e seletivos.

70% do planeta sofrerá com seca em 2025

Convenção de Combate à Desertificação alerta que 70% do planeta poderá sofrer com grave seca em 2025.
Quase 70% do planeta será afetado pela seca em 2025 se não forem aplicadas políticas para frear este flagelo, advertiu em 2/10/09 em Buenos Aires Luc Gnacadja, secretário da Convenção da ONU de Combate à Desertificação. “Se não conseguirmos solucionar este problema da Terra, em 2025 quase 70% dela estará muito afetada”, destacou Gnacadja, falando. Atualmente, a seca afeta pelo menos 41% do planeta, e o processo de degradação aumentaram entre 15% e 25% desde 1990, segundo um relatório sobre a situação climática mundial apresentada à imprensa durante o encontro. Gnacadja ressaltou a gravidade do panorama a longo prazo no encerramento da 9ª Conferência das Partes da Convenção da ONU de Combate à Desertificação, que aconteceu entre 22 de setembro e 2 de outubro na capital argentina. O secretário afirmou ainda que houve um consenso no encontro sobre a necessidade de monitorar e determinar os indicadores para compreender a situação atual em detalhes, o ritmo do avanço da desertificação e maneiras de lutar contra ela. Além disso, indicou que “não há segurança mundial sem segurança alimentar” nas zonas secas e que “é preciso um acordo verde” por parte dos países desenvolvidos para trabalhar nesses lugares, referindo-se à necessidade de um compromisso político das potências.

País é 3º em projetos de corte de CO2

O Brasil é o terceiro país do mundo em número total de projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), atrás somente da China e da Índia. Os projetos são uma forma de reduzir as emissões de gases do efeito estufa, que provocam o aquecimento global, em países em desenvolvimento. O corte de emissões ocorre, por exemplo, com a implantação de tecnologias mais limpas ou a substituição de combustível poluente por outro menos sujo. Os projetos fazem parte dos mecanismos de flexibilização previstos pelo Protocolo de Kyoto para que os países industrializados atinjam suas metas de redução de emissões de gases do efeito estufa e para que nações emergentes sejam incentivadas a serem mais sustentáveis. Isso ocorre porque a diminuição das emissões pelos projetos gera a Redução Certificada de Emissões (RCE), espécie de títulos que podem ser comercializados no mercado global. Como os países industrializados precisam cortar cerca de 5% de suas emissões de gases-estufa até 2012, eles podem adquirir esses títulos para auxiliar no cumprimento de suas metas. Até agora, existem 5.430 projetos de MDL no mundo. Desse total, o Brasil responde por 417 (8%). A China e a Índia estão na frente, com 37% e 27%, respectivamente. E, atrás do Brasil, estão México (4%) e Malásia (3%). Em relação ao potencial de redução de emissão com os projetos, o Brasil também é o terceiro (6%). A China tem sozinha quase metade dos cortes de gases-estufa (48%). Segundo José Miguez, coordenador-geral de Mudanças Globais de Clima do Ministério da Ciência e Tecnologia, isso ocorre porque os chineses usam muito carvão em sua indústria e para produção de energia, e sua substituição reduz as emissões. O potencial dos projetos brasileiros totaliza uma redução de emissão de 367 milhões de toneladas de gases-estufa para um período médio de sete anos e pode ser comparado às emissões do desmatamento do cerrado em um ano (350 milhões de toneladas de carbono, segundo o Ministério do Meio Ambiente). INDÚSTRIA QUÍMICA Foi principalmente por meio de projetos de MDL que a indústria química conseguiu reduzir suas emissões de gases-estufa nos últimos anos no País. Dados da Associação Brasileira da Indústria Química mostram que só as emissões de óxido nitroso (N2O) passaram de 20,7 mil toneladas em 2002 para 3,1 mil toneladas em 2007. E as emissões de gases-estufa caíram de 8,2 bilhões de toneladas para 3,2 bilhões de toneladas no mesmo período. Os projetos de MDL mais comuns no Brasil estão na área de energia renovável (48,9%). Em segundo lugar, está a suinocultura (16%), com o tratamento de dejetos suínos e reaproveitamento de biogás. Depois, aparece a troca de combustível fóssil (10%) e a captura de gás em aterro sanitário (9%) - caso do aterro da via Bandeirantes, em São Paulo. Segundo Flavio Rufino Gazani, presidente da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Carbono, a energia renovável lidera a lista por causa dos projetos de geração de energia pela queima do bagaço da cana-de-açúcar e de Pequenas Centrais Hidrelétricas. As áreas de eficiência energética e florestal têm grande potencial de crescimento no Brasil, segundo Gazani. Na primeira, o projeto pode fazer a redução do consumo de energia numa indústria, com a troca de equipamentos ou a automatização. No setor florestal há novos projetos, como o de plantar "florestas energéticas" - eucalipto que pode ser usado depois para fazer carvão vegetal. SAIBA MAIS MDL: São projetos em países em desenvolvimento para cortes de emissões que têm de ser certificados por entidades nacionais e internacionais. Geram as chamadas unidades de Redução Certificada de Emissões (RCE). Países desenvolvidos que precisam reduzir suas emissões podem adquirir RCEs para cumprir suas metas. Burocracia emperra iniciativas A burocracia ainda é uma dificuldade para a realização de projetos de MDL, afirmam as empresas brasileiras. Em carta aberta sobre as mudanças climáticas, a Vale e outras cerca de 20 empresas defenderam “a simplificação e agilidade da implementação do MDL”. A Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Carbono também pede uma flexibilização do mecanismo. “A burocracia e o nível de exigência têm deixado bons projetos fora. Por isso, queremos uma revisão”, diz o presidente da Abemc, Flavio Rufino Gazani. De 1.921 solicitações feitas ao Conselho Executivo da Organização das Nações Unidas, somente 58% foram aprovadas sem pendência ou pedido de revisão. A solicitação de mudanças já foram apresentadas ao governo brasileiro e serão levadas à Conferência do Clima em Copenhague, onde os países podem fechar o acordo com as metas de corte de gases- estufa para depois de 2013.

Emissão de 85,2 milhões de toneladas de gases em 2008

Grandes empresas emitiram 85,2 milhões de toneladas de gases de efeito estufa em 2008.
O primeiro balanço do Programa Brasileiro GHG Protocol, que contabiliza as emissões de gases de efeito estufa de 27 grandes empresas brasileiras, mostra que em 2008 esse grupo emitiu 85,2 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) equivalente (medida padronizada pela Organização das Nações Unidas, a ONU, para quantificar as emissões globais e que também inclui gases como metano e óxido nitroso). O montante representa 8,5% do total de emissões brasileiras no período, quando não se consideram as emissões oriundas do desmatamento e uso da terra. O programa, coordenado pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGV), é usado para calcular e inventariar as emissões de gases estufa produzidas pelas empresas para subsidiar medidas de mitigação. De acordo com o levantamento, apresentado esta semana em um evento do setor empresarial sobre mudanças climáticas, das 27 empresas que aderiram ao programa, a Petrobras foi a que mais emitiu gases de efeito estufa no ano passado: 51 milhões de toneladas de CO2 equivalente, 59% do total inventariado pela FGV. A Votorantim aparece em seguida, com 18 milhões de toneladas, e a Alcoa vem em terceiro, com 2 milhões de toneladas de CO2 equivalente. A contabilidade das empresas incluiu as emissões de gases de efeito estufa geradas a partir do uso de transportes em viagens, consumo de combustíveis e da disposição de resíduos orgânicos em aterros sanitários (o que gera emissões de metano, um dos gases que mais potencializam o efeito estufa).
De acordo com a FGV, contabilizar as emissões pode auxiliar as empresas a entrar no mercado de carbono e a implementar projetos de eficiência energética.

Microplásticos no ar de casas e carros

Microplásticos no ar de casas e carros: estudo alerta que a exposição é 100 vezes maior que a estimada. Como a presença de microplásticos no...