domingo, 5 de setembro de 2010

Maioria dos incêndios no país é em área privada

O Ministério do Meio Ambiente(MMA) divulga que mais da metade dos incêndios no país é em área privada.
O governo gasta R$ 30 milhões para combater o fogo dentro e fora das unidades de conservação. Agricultores e pecuaristas estão perdendo o controle das queimadas, que atingem parques e reservas biológicas comprometendo a biodiversidade A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, divulgou em 31/8/2010 dados que indicam que os incêndios no país estão concentrados no bioma Cerrado. Mais de 67% do total de focos localizados estão em áreas privadas e acontecem porque fazendeiros e índios usam o fogo como manejo e perdem o controle das queimadas provocadas. De acordo com o levantamento, 13% dos focos estão em áreas indígenas, 8% em assentamentos da reforma agrária e 7% em unidades de conservação. O IBAMA e o Instituto Chico Mendes fizeram, também, um levantamento das ações do governo no combate ao fogo. Foram consumidos R$ 30 milhões nas operações, que envolvem mais de cinco mil homens, oito aviões, sete helicópteros e pelo menos 90 viaturas, trabalhando em todos os turnos e em todas as 109 áreas críticas. Foi anunciada, ainda, a liberação de mais R$ 20 milhões para dar continuidade às operações, que devem se estender até meados de setembro, quando as chuvas voltam à região. A ministra informou, ainda, que uma parte significativa de toda a estrutura montada pelo PrevFogo, do Ibama, e coordenada pelo Pronafogo, que envolve vários órgãos federais e estaduais, é gasta para apagar incêndios em propriedades privadas no entorno de unidades de conservação. Sem essa medida, o fogo avançaria sobre os parques e reservas ambientais comprometendo a biodiversidade protegida, esclarece. Na entrevista coletiva, o MMA apresentou imagens de satélite que mostram o Parque Nacional das Emas sendo consumido pelo fogo, que começou em sua região de entorno. Os 10 km em volta do parque são ocupados pelo plantio da soja de onde teria partido a frente de fogo. Entre os dias 13 e 14 de agosto de 2010, o vento espalhou as chamas pelo parque em menos de 48 horas, apesar dos esforços dos brigadistas e das equipes do IBAMA e ICMBio e só agora está sob controle. De acordo com ela, a perícia está apurando onde começou o incêndio e de quem é a responsabilidade pela destruição de mais 90% dos 132 mil hectares de área protegida do Centro-Oeste. O que sabemos e as imagens de satélite confirmam é que o fogo começou fora do parque. Há fortes suspeitas de que o incêndio tenha sido criminoso. Identificados os autores, eles podem pagar multas de até 50 milhões de reais e entre dois e quatro anos de prisão. Os quase 260 mil focos de calor registrados pelos satélites utilizados pelo Inpe para o monitoramento não correspondem ao número de incêndios, que podem ser bem menor. Segundo Izabella esse não é o ano onde ocorreu a maior quantidade de queimadas. Em 2007 esse número foi maior, chegando a quase 38 mil contra os 12,5 mil registrados até agora. O levantamento final sobre a situação real só sairá em novembro. “Existem várias outras fontes de calor, e mesmo uma específica pode aparecer mais de uma vez no levantamento. Há limitações que são da tecnologia usada para monitorar”, explicou Izabella.Os números envolvidos no combate ao fogo impressionam, mas, segundo a ministra, ainda são poucos para dar conta do número de queimadas que ocorrem em todo o País. “Há vinte anos não havia qualquer estrutura, hoje já temos equipes nos parques, brigadistas e uma estrutura de combate aos incêndios”, diz. No total, o IBAMA emprega 1 mil e 300 brigadistas e o ICMBio 1 mil e 600, além dos 200 servidores das unidades de conservação. (EcoDebate)

485 km² de desmatamentos na Amazônia

Nada a comemorar: DETER/INPE indica 485 km² de desmatamentos na Amazônia em julho.
Importante ferramenta de suporte à fiscalização na Amazônia, o sistema DETER – Detecção do Desmatamento em Tempo Real, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), indica que no último mês de julho 485 km² da floresta sofreram corte raso ou degradação progressiva. Confira a distribuição do desmatamento nos estados: Acre = 4,5 km² Amazonas = 46,9 km² Maranhão = 22,0 km² Mato Grosso = 102,2 km² Pará = 237,9 km² Rondônia = 70,0 km² Tocantins = 1,6 km² Total = 485,1 km² No mapa abaixo os pontos amarelos mostram a localização dos alertas emitidos pelo DETER. Em rosa, as áreas não monitoradas devido à cobertura de nuvens, que foi de 29% em julho:
Em função da cobertura de nuvens variável de um mês para outro e, também, da resolução dos satélites, os dados do DETER não representam uma avaliação fiel do desmatamento mensal da floresta amazônica. Pelos mesmos motivos o INPE não recomenda a comparação entre dados de diferentes meses e anos. Balanço anual do DETER Nos últimos 12 meses – de agosto de 2009 a julho de 2010 – os alertas emitidos pelo sistema DETER corresponderam a 2.295,87 km². No período anterior – de agosto de 2008 a julho de 2009 – o DETER havia apontado 4.375,15 km².
Os números apontados pelo DETER são importantes indicadores para os órgãos de controle e fiscalização. No entanto, para computar a taxa anual do desmatamento por corte raso na Amazônia, o INPE utiliza o PRODES. Diferentemente do DETER, o sistema PRODES utiliza imagens de melhor resolução espacial capazes de mostrar pequenos desmatamentos. No final do ano será divulgada a estimativa para o período de agosto de 2009 a julho de 2010 computada pelo PRODES. O DETER é um indicador de tendência, mas seu resultado não é proporcional ao PRODES. Como demonstrado na tabela abaixo, as áreas menores que 100 hectares medidas pelo PRODES aumentaram de 25% em 2002 para 85% em 2009. Muitas destas áreas não podem ser detectadas pelo DETER devido à menor resolução do sensor MODIS, utilizado pelo sistema.
O sistema DETER Em operação desde 2004, o DETER (Detecção do Desmatamento em Tempo Real) é um sistema de alerta para suporte à fiscalização e controle de desmatamento. Embora os dados sejam divulgados em relatórios mensais ou bimestrais, os resultados do DETER são enviados a cada quinzena ao IBAMA, responsável por fiscalizar as áreas de alerta. O sistema indica tanto áreas de corte raso, quando os satélites detectam a completa retirada da floresta nativa, quanto áreas classificadas como degradação progressiva, que revelam o processo de desmatamento na região. Como DETER utiliza dados do sensor MODIS do satélite Terra, com resolução espacial de 250 metros, é possível detectar apenas polígonos de desmatamento com área maior que 25 hectares. O INPE reitera que nem todos os desmatamentos maiores que 25 hectares são identificados pelo sistema, devido à cobertura de nuvens. Contudo, a menor resolução dos sensores usados pelo DETER é compensada pela capacidade de observação diária, que torna o sistema uma ferramenta ideal para informar rapidamente aos órgãos de fiscalização sobre novos desmatamentos. A cada divulgação sobre este sistema de alerta o INPE apresenta também um relatório de avaliação amostral dos dados. Os relatórios, assim como todos os dados relativos ao DETER, são públicos e podem ser consultados no site www.obt.inpe.br/deter (EcoDebate)

Incêndio na Serra do Japi mobiliza bombeiros

Incêndio na Serra do Japi mobiliza bombeiros em SP Um incêndio na Serra do Japi, em Cabreúva, a 76 km de São Paulo, mobilizou bombeiros de toda a região de Jundiaí, na noite de 02/09/2010. O local é uma área de preservação ambiental, e a Defesa Civil suspeita que o fogo tenha sido ateado de maneira criminosa. Guardas Municipais de Cabreúva e bombeiros de Jundiaí, a 58 km da capital paulista, passaram a noite no combate as chamas. Eles abriram aceiros, que são trilhas no meio da vegetação, para evitar que o fogo se propague por outras áreas. O local é de mata fechada e os guardas encontraram uma cobra que morreu queimada. Há suspeita de incêndio criminoso. “Não há possibilidade de ter sido natural. É quase que certeza que tenha sido mais uma vez criminoso”, disse Fernando Zarantonelo, chefe da Defesa Civil. Segundo a guarda municipal de Jundiaí, o fogo já foi controlado. De acordo com os bombeiros, em três meses uma área equivalente a 15% da Serra do Japi foi consumida pelo fogo em incêndios.

Florestas mais resistentes às secas

Florestas densas são mais resistentes a secas sazonais
Recente pesquisa realizada na Amazônia constatou que houve diminuição da precipitação durante a estação chuvosa, enquanto a disponibilidade de luz na estação seca aumentou, com importantes consequências para a ciclagem de carbono na região. De acordo com o estudo, que reuniu cientistas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), da Universidade da Flórida (UF) e do Woods Hole Research Center (EUA), a capacidade das florestas da Amazônia de ciclar carbono durante períodos de estiagem foi maior onde a cobertura vegetal era mais densa. Principal autor do trabalho, Paulo Brando, coordenador do projeto Savanização do IPAM, avalia que, devido ao processo de degradação florestal na Amazônia e as previsões de um clima mais seco em algumas partes da Bacia Amazônica, é necessário uma melhor integração de dados de campo e estudos de sensoriamento remoto para que se possa realmente entender como secas previstas num futuro próximo afetarão essas florestas. Clima e Floresta – O que é a produtividade da floresta e a ciclagem de carbono? Paulo Brando - A produtividade da floresta é a capacidade de árvores, cipós e outras plantas de assimilar carbono através do processo de fotossíntese. Normalmente, quando falamos em produtividade de florestas, fazemos uma distinção entre produtividade bruta e líquida. A produtividade bruta representa o total de carbono assimilado pelas plantas, enquanto a produtividade líquida representa a quantidade de carbono fixada pela planta. Ou seja, a produtividade líquida é calculada com base na produtividade bruta menos o carbono liberado pelas plantas durante a respiração, o que a floresta realmente armazenou de carbono. Clima e Floresta – Como essa produtividade varia na Amazônia? Brando - Apesar de muitas vezes enxergarmos a Amazônia como um tapete verde uniforme, há diversos tipos de vegetação na região, um resultado de milhares de anos de evolução. Assim, a produtividade das florestas da Amazônia varia bastante de uma região para outra – assim como ao longo do tempo. Os principais fatores que influenciam a produtividade das florestas da Amazônia são características do solo, variações de clima, composição de espécies e frequência de distúrbios. Por exemplo, durante um ano muito seco é comum se observar uma diminuição no crescimento e um aumento na mortalidade de árvores. Em outras palavras, em anos muito secos, normalmente as florestas da Amazônia sofrem e reduzem a sua capacidade de ciclar e armazenar carbono (ex. menor produtividade líquida), principalmente quando o fogo ocorre. Clima e Floresta – Quais são as consequências práticas para a floresta dessa diminuição das chuvas na estação chuvosa e maior disponibilidade de luz na estação seca na Amazônia? Brando – O estudo mostrou que florestas relativamente intocadas são mais tolerantes à seca sazonal do que aquelas altamente degradadas. Porém, mesmo com maior capacidade de tolerar as secas, há um limite suportável além do qual a produtividade da floresta intacta se reduz. Também verificamos que as respostas das florestas da Amazônia à seca envolvem processos bastante complexos que podem afetar as conclusões sobre a vulnerabilidade dessas florestas às mudanças climáticas. Clima e Floresta – Como foi realizada a pesquisa? Brando - O estudo utilizou análises de campo e dados obtidos por sensoriamento remoto, incluindo dados de índices de vegetação (EVI) das estações secas de 2000 a 2008, do satélite MODIS. Foram combinados dados climáticos de 1996 a 2005 registrados em 280 estações meteorológicas. Relações estatísticas entre os índices de vegetação e outras variáveis também foram analisadas para toda a Bacia Amazônica e, mais intensamente, a Bacia do rio Tapajós. Clima e Floresta – Por que é importante estudar esses fenômenos? O que eles têm a dizer sobre a saúde e sobrevivência da floresta e sobre as mudanças climáticas? Brando - Como dissemos, a produtividade de florestas da Amazônia está relacionada à capacidade do ecossistema em ciclar carbono. Discutimos também que a produtividade de florestas varia de acordo com oscilações climáticas. Assim, ao estudarmos variações da produtividade florestal em função do clima, estamos dando um passo importante para entender como florestas tropicais poderão responder a mudanças climáticas. Clima e Floresta – Como as secas poderão afetar as florestas no futuro? Brando - Atualmente, vários modelos climáticos preveem um aumento de temperatura e uma diminuição na precipitação em partes da Amazônia. Como resultado, pode haver uma redução na cobertura vegetal e na quantidade de carbono armazenado nessas florestas. Visto que quase 40% das chuvas na Amazônia são dependentes das próprias florestas, qualquer alteração na saúde das florestas irá influenciar os padrões de chuva na região e vice-versa. Apesar de algumas previsões serem bastante sombrias, com substituição de florestas por uma vegetação empobrecida, mais parecida como uma savana, ainda há muita incerteza sobre os limiares em mudanças climáticas que causariam substituição de florestas Amazônicas por outros tipos de vegetação. E é por isso que o nosso grupo, liderado pelo Dr. Daniel Nepstad, tem realizado grandes experimentos na região. Os nossos últimos resultados mostram que grandes áreas da Amazônia poderão ser afetadas por secas num futuro próximo. Além disso, grandes áreas poderão se tornar vulneráveis ao fogo. Essa combinação de seca e fogo, além do próprio desmatamento, pode ter sérias consequências para a saúde das florestas da Amazônia. No entanto, há várias soluções que podem ser tomadas para se diminuir os efeitos de seca e fogo na Amazônia. (EcoDebate)

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Desmatamento na comparação com 2009

Desmatamento dobra em relação a junho, mas cai na comparação com 2009. Os Estados onde foram registradas as maiores áreas devastadas em julho são Pará e Mato Grosso. O sistema de detecção de desmatamento em tempo real da Amazônia (Deter), do INPE, registrou 485 km² de desmatamento no mês de julho, quando 29% da Amazônia Legal estiveram coberta de nuvens. Em junho, quando a cobertura de nuvens registrada foi de 28%, a área devastada tinha sido de 243,7 km². O aumento é de 96%. Na comparação com julho de 2009, no entanto, houve queda de 42%. No acumulado de 12 meses, o total de alertas do Deter caiu de 4.375 km² para 2.295 km². Na divulgação de seu relatório, o INPE adverte que não recomenda o uso de dados do Deter para a comparação entre períodos de tempo, "em função da cobertura de nuvens variável de um mês para outro e, também, da resolução dos satélites". O balanço anual de desmatamento é feito por outro sistema, o Prodes, que é mais sensível e detecta um maior número de desmatamentos em áreas menores. Em 2009, o Prodes detectou mais de 7.000 km² de desmatamento, retomando a tendência de queda que vinha desde 2005 mas que havia sido interrompida em 2008. Os Estados onde foram registradas as maiores áreas devastadas em julho são Pará (237,9 km²) e Mato Grosso (102,2 km²). Depois vêm Rondônia (70 km²), Amazonas (46,9 km²), Maranhão (22 km²), Acre (4,5 km²) e Tocantins (1,6 km²). (OESP)

Área desmatada da Amazônia já chega a 15%

Área total desmatada da Amazônia já chega a 15%, diz IBGE. Taxa de desflorestamento caiu em um terço se comparado com 2004. Apesar da redução do ritmo de desmatamento na Amazônia nos últimos cinco anos, a área total derrubada já representa 15% da floresta original. O processo acentuou-se nas últimas quatro décadas e foi concentrado nas bordas sul e leste da Amazônia Legal, o chamado arco do desmatamento. É o que mostrou nesta quarta-feira, 1, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em sua pesquisa "Indicadores de Desenvolvimento Sustentável", referente ao ano de 2010. Segundo o instituto, após um período de crescimento quase contínuo da taxa de desflorestamento entre 1997 e 2004, quando atingiu um pico, os valores para 2009 indicam que a área desmatada representa um terço do que foi verificado no ano de 2004. No período de 2007 a 2009, houve queda de 63% dos focos de queimadas e incêndios florestais no País, de 188.656 para 69.702, seguindo a tendência de queda nas taxas de desflorestamento da Amazônia. O dado é importante porque a principal fonte de emissão de gases de efeito estufa para a atmosfera no País é a destruição da vegetação natural, com destaque para o desmatamento na Amazônia e as queimadas no Cerrado. A atividade representa 75% das emissões brasileiras de CO2, responsável por colocar o Brasil entre os dez maiores emissores de gases de efeito estufa. (OESP)

15% da Floresta Amazônica foi derrubada

IBGE: 15% da Floresta Amazônica já foi derrubada. Apesar da redução do ritmo de desmatamento na Amazônia nos últimos cinco anos, a área total derrubada já representa 15% da floresta original. O processo acentuou-se nas últimas quatro décadas e foi concentrado nas bordas sul e leste da Amazônia Legal, o chamado Arco do Desmatamento. É o que mostrou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em sua pesquisa "Indicadores de Desenvolvimento Sustentável", referente ao ano de 2010. Segundo o instituto, após um período de crescimento quase contínuo da taxa de desflorestamento entre 1997 e 2004, quando atingiu um pico, os valores para 2009 indicam que a área desmatada representa um terço do que foi verificado no ano de 2004. No período de 2007 a 2009, houve queda de 63% dos focos de queimadas e incêndios florestais no País, de 188.656 para 69.702, seguindo a tendência de queda nas taxas de desflorestamento da Amazônia. O dado é importante porque a principal fonte de emissão de gases causadores do efeito estufa no País é a destruição da vegetação natural, com destaque para o desmatamento na Amazônia e as queimadas no Cerrado. A atividade representa 75% das emissões brasileiras de CO2, responsável por colocar o Brasil entre os dez maiores emissores de gases de efeito estufa. Cerrado A cobertura original do Cerrado foi reduzida praticamente à metade no País, de 2.038.953 quilômetros quadrados para 1.052.708 km², com área total desmatada de 986.247 km² (48,37%) até 2008. Somente entre 2002 e 2008 foram destruídos 85.074 km² (4,18% do total), segundo pesquisa do IBGE. De acordo com levantamento, os Estados que apresentaram maior área desmatada no período, em termos absolutos, foram Mato Grosso (17.598 km²), Maranhão (14.825 km²) e Tocantins (12.198 km²). As taxas de desmatamento no bioma são mais altas que as apresentadas para a Floresta Amazônica, o que implica "medidas urgentes de proteção", afirmou o IBGE. Até 2002 houve tendência de aumento de áreas desmatadas do Sul e do Sudeste, principalmente nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás. Já no período de 2002 a 2008, isso ocorreu mais para o Norte e Nordeste. É primeira vez que o IBGE usa dados do Cerrado no IDS. (OESP)

Microplásticos no ar de casas e carros

Microplásticos no ar de casas e carros: estudo alerta que a exposição é 100 vezes maior que a estimada. Como a presença de microplásticos no...