quarta-feira, 5 de março de 2014

Aquecimento dos polos e o inverno dos EUA e Grã-Bretanha

O aquecimento dos polos é responsável pelo inverno dos EUA e Grã-Bretanha?
A ideia é que existe uma corrente a jato, um’rio de ar’ muito potente, movida pela diferença de temperatura entre o ártico e o resto do planeta.
As temperaturas no ártico aumentaram mais do que no resto do mundo e o primeiro inverno sem gelo pode estar chegando.
A mudança climática deveria se desenvolver lentamente ao longo das décadas. Mas isso não se aplica ao extremo norte do planeta, como aqueles que compareceram ao congresso da Associação Americana para o Avança da Ciência foram lembrados na apresentação sobre a mudança climática no Ártico.
As temperaturas lá são 2°C mais altas que sua média de longo prazo (cerca do dobro do aumento do resto do mundo), e as camadas superiores de partes do Oceano Ártico estão mais quentes do que jamais estiveram nos últimos 2.000 anos. O gelo marítimo de verão tem desaparecido mais rápido do que até os mais pessimistas dos pesquisadores estimavam, sendo que agora alguns deles preveem o primeiro verão completamente sem gelo já na década de 2020.
As temperaturas no ártico aumentaram mais do que no resto do mundo e o primeiro inverno sem gelo pode estar chegando.
A mudança climática deveria se desenvolver lentamente ao longo das décadas. Mas isso não se aplica ao extremo norte do planeta, como aqueles que compareceram ao congresso da Associação Americana para o Avança da Ciência foram lembrados na apresentação sobre a mudança climática no Ártico.
As temperaturas lá são 2°C mais altas que sua média de longo prazo (cerca do dobro do aumento do resto do mundo), e as camadas superiores de partes do Oceano Ártico estão mais quentes do que jamais estiveram nos últimos 2.000 anos. O gelo marítimo de verão tem desaparecido mais rápido do que até os mais pessimistas dos pesquisadores estimavam, sendo que agora alguns deles preveem o primeiro verão completamente sem gelo já na década de 2020.
O Ártico, no entanto, não está isolado do resto do mundo; mudanças rápidas lá podem gerar efeitos em outros lugares. Se isso já está ou não acontecendo foi uma questão abordada por Jennifer Francis, cientista da atmosfera da Rutgers University. Assim como boa parte dos EUA, Chicago recebeu uma frente fria intensa e prolongada em janeiro que fez com que as temperaturas caíssem até -27°C, a mais baixa desde 1884. Enquanto isso, os britânicos que se encontravam na conferência vinham de um país castigado pelas piores chuvas de inverno dos últimos dois séculos e meio, além de uma sucessão aparentemente infindável de tempestades e temporais oriundas do oceano Atlântico.
Ativistas nos dois países foram rápidos em culpar a mudança climática pelo tempo ruim, mas as coisas não são simples no reino da climatologia. O melhor que a Dra. Francis pôde oferecer foi uma teoria que explica porque um Ártico mais quente pode causar um clima mais intenso em latitudes médias, e algumas sugestões preliminares, mas sugestivas, de que isso já está acontecendo.
Sua ideia está relacionada à corrente a jato, um “rio de ar” potente, persistente e em alta altitude que flui no planeta de oeste para leste, afetando o clima ao longo do seu curso. A corrente a jato é movida em parte pela diferença de temperatura entre o frio ar do Ártico e o do resto do planeta. Uma vez que o Ártico está se aquecendo mais rápido que o resto do planeta, essa diferença está diminuindo. Isso muito provavelmente tornará menos potente a corrente a jato. E uma corrente a jato menos potente é uma corrente mais instável. (opiniaoenoticia)

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