A meta é mais ambiciosa do
que o corte de emissões líquidas de "pelo menos 55%" até 2030
proposto pela Comissão Europeia, que quer finalizar a meta até o fim do
ano.
Para fazer isso, o Parlamento
precisará chegar a um acordo em relação à meta com os países-membros da
UE, que estão divididos sobre quão ambicioso o plano deve ser.
A meta atual da UE para 2030 é um corte de 40% nas emissões.
Sede do Parlamento Europeu em Bruxelas, Bélgica.
A assembleia aprovou a meta
de 60% com maioria de 26 votos e irá confirmar o posicionamento com outra
votação no início de outubro/2020.
Jytte Guteland, líder
parlamentar sobre a questão, disse que o Parlamento deu "um grande passo
mais perto" de cumprir as metas do acordo climático de Paris.
Especialistas dizem que um
corte de 55% até 2030 é o esforço mínimo necessário para conduzir a UE a se
tornar neutra em termos de clima até 2050, colocando as emissões do bloco em um
caminho que, se adotado globalmente, limitaria o aquecimento global a níveis
seguros.
É improvável que uma meta de 60% garanta o apoio dos países da UE. Mas o apoio do Parlamento a um objetivo mais ambicioso pode tornar mais difícil que os países diluam o objetivo nas negociações subsequentes.
"Decidimos por instrumentos realmente ambiciosos e não vamos abrir mão deles facilmente", disse o parlamentar Michael Bloss. (noticiasagricolas)



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