O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, anunciou no final de 2008 a nova meta de desmatamento do governo federal para a Amazônia, que estabelece planos quadrienais que totalizam 72% de redução das áreas desmatadas até 2017. A redução seria de 40% no primeiro quadriênio contado a partir de 2006 e de 30% em cada um dos dois períodos seguintes. A primeira etapa de redução, de 2006 a 2009, corresponde ao segundo mandato do presidente Lula.
"Significa que em 10 anos, vamos diminuir em 4,8 bilhões de toneladas a emissão de CO2. É mais do que todo o esforço dos países desenvolvidos." O ministro citou como comparação o caso da Inglaterra, cuja meta de redução do desmatamento é de 80% até 2050.
Para que o Brasil alcance a meta, em menos tempo, será necessário um esforço conjunto, na opinião de Minc.
“Isso vai depender de o governo federal fazer a regularização fundiária e melhorar a fiscalização. Vai depender também dos governos estatais, de contribuições de países amigos para o Fundo Amazônico e também do cidadão saber a origem da madeira vinda para a sua mesa, para o seu armário”, disse o ministro.
O plano de metas também prevê o aumento da participação do etanol e de outros biocombustíveis na matriz energética combustível do Brasil. Para o etanol, a meta é um aumento de 11% ao ano nos próximos 15 anos, que resultaria em uma redução de 508 milhões de toneladas de CO2 lançadas à atmosfera no período. Outra meta do plano é aumentar o número de árvores plantadas. Segundo Minc, o plano é passar de 5,5 bilhões de hectares para 11 bilhões de hectares plantados, dos quais 2 bilhões corresponderiam a árvores nativas.
"Essas são metas do governo para o setor privado. O próprio setor siderúrgico hoje usa o carvão de árvore nativa, o que é uma maldade porque além de cortar a cobertura vegetal, ainda destrói a biodiversidade".
O entendimento vem de acordo com o nível cultural e intelectual de cada pessoa. A aprendizagem, o conhecimento e a sabedoria surgem da necessidade, da vontade e da perseverança de agregar novos valores aos antigos já existentes.
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