quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Inversão de polos magnéticos terrestre está próximo de ocorrer

Inversão dos polos magnéticos da Terra pode estar mais próximo do que se pensava.
Os polos magnéticos da Terra poderão se inverter mais cedo e de modo mais rápido do que se pensava, aponta um estudo divulgado por pesquisadores chineses em 21/08/18. Até agora, os cálculos dos geofísicos indicavam que esse fenômeno fosse ocorrer em algumas centenas de anos, mas novas evidências sugerem que a última mudança geomagnética, no final da última era do gelo, levou apenas 144 anos para acontecer, ou seja, num prazo 30 vezes mais rápido do que se imaginava.
Inversão dos polos e do campo magnético da Terra pode estar próxima. Segundo estudo, fenômeno poderá ocorrer mais rápido e mais cedo do que se pensava. Mudança pode afetar satélites na órbita terrestre. Última inversão completa ocorreu há cerca de 780 mil anos.
Os polos magnéticos do nosso planeta resultam dos metais líquidos existentes no núcleo da Terra. Quando essas substâncias começam a se movimentar em direções diferentes, podem gerar um impacto de grandes proporções no campo magnético do planeta.
Antiga localização dos polos antes da última mudança ocorrida durante o dilúvio, em 10.986 a.C.
Os pesquisadores apontam várias razões que levaram a crer que a próxima mudança no magnetismo dos polos poderá ocorrer em breve. O campo magnético da Terra estaria em torno de 10% mais fraco se comparado aos registros de 175 anos atrás, o que significaria que o fenômeno estaria próximo de ocorrer.
Além disso, os polos magnéticos estão se movendo (mudando de local) de maneira bastante rápida. O Polo Norte se localiza atualmente no gelo polar ao norte do Canadá. Entretanto, a cada ano é registrada uma mudança de cerca de 50 quilômetros em direção à Sibéria, em território da Rússia. Para os cientistas, o argumento mais significativo para justificar essa tendência seria de que a reversão nos polos magnéticos estaria bastante atrasada. Esse fenômeno ocorre, em média, a cada 200 mil ou 300 mil anos, e a última inversão completa ocorreu há cerca de 780 mil anos.
Mudança do localização do polo Norte nos últimos 150 anos.
Desde então, o planeta teve diversas vezes as chamadas “excursões” geomagnéticas, que não acarretam mudanças permanentes nos polos magnéticos, mas resultam em desvios temporários, com a ocorrência de reversões completas, mas de curto prazo.
O pesquisador Jürgen Matzka, do Instituto de Ciências Ambientais e da Terra em Potsdam, afirmou que essas excursões ocorrem com frequência dez vezes maior do que anteriormente. Segundo afirma, essas ocorrências são, a princípio, indistinguíveis das verdadeiras mudanças nos polos.
Relatos pessimistas: os anciões inuit têm outra explicação para as mudanças climáticas na Terra, e é algo que os humanos não têm controle sobre seus efeitos. Vários anciãos Inuit passaram suas provas para a NASA, dando testemunho de suas observações. Líderes desses povos nativos da América do Norte (na região do círculo polar ártico) provaram aos cientistas que as mudanças nos níveis de temperatura no mundo são causadas por uma ocorrência natural, e não por uma causada pelo homem. Os anciões inuits mostraram à NASA que o mundo se inclinou em seu eixo. A Terra mudou sua orientação axial. As regiões habitadas pelos inuits do Ártico têm realmente aproveitado o sol por toda a sua vida. Por milhares de anos, eles e seus antepassados ​​antes deles, tomaram nota das mudanças em suas posições geográficas em todos os pontos ao longo do dia e da noite. Eles declaram que, devido à inclinação, a luz solar agora atinge a Terra de um ângulo maior. Essa mudança de ângulo é responsável pelo dia estar mais longo, bem como pelas mudanças ambientais, como mudanças de vento e deriva das marés. Além disso, os cidadãos inuítes afirmam que o céu noturno com a posição das estrelas foi realmente alterado e que as posições das estrelas mudaram devido ao novo ângulo de inclinação do eixo da Terra. Outros grupos Inuit apoiam suas observações das regiões do Ártico, que fizeram descobertas idênticas.
Apesar dessas reversões não representarem qualquer ameaça à humanidade, os especialistas alertam que poderão gerar falhas nos satélites que orbitam a Terra. Esse risco, porém, não chega a ser uma novidade, pois o enfraquecimento do campo magnético terrestre já deixa os satélites mais vulneráveis aos danos provocados pela radiação solar e a partículas lançadas pelo Sol.
Enfraquecimento do campo magnético terrestre já vem afetando satélites.
Os cientistas conseguiram analisar as flutuações dos campos magnéticos ao examinarem estalagmites em cavernas de rochas calcárias. Muitas destas ainda estão magnetizadas, o que permite calcular a idade desses minerais com facilidade.
“Haverá muitas mudanças dramáticas no clima do planeta, muitas mudanças nas condições meteorológicas  na medida em que o tempo da grande colheita se aproxima rapidamente ao longo dos próximos anos. Você vai ver a velocidade do vento em tempestades ultrapassando 300 milhas (480 quilômetros) por hora, às vezes. Deverão acontecer fortes tsunamis e devastação generalizada nas regiões costeiras, e emissão de energia solar (CME-Ejeção de Massa Coronal do Sol)  que fará importante fusão e derretimento das calotas de gelo nos polos, e subsequente aumento drástico no nível do mar, deixando muitas áreas metropolitanas submersas em todo o planeta”.  (thoth3126)

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