O entendimento vem de acordo com o nível cultural e intelectual de cada pessoa. A aprendizagem, o conhecimento e a sabedoria surgem da necessidade, da vontade e da perseverança de agregar novos valores aos antigos já existentes.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Degelo nos pólos se acentua
ONU evita destruição da camada de ozônio
No dia 16 de setembro de 1987, 46 países assinaram um documento chamado "Protocolo de Montreal" no qual se comprometiam a parar de fabricar o gás Clorofluorcarbono (CFC), apontado como o maior responsável pela destruição da camada de ozônio na estratosfera.
Para comemorar o feito, em 1994, a Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) proclamou a data como o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio. Os países signatários, neste dia, procuram meditar sobre a questão e realizar diversos eventos que conscientizem a população sobre o significado do Protocolo.
A destruição da camada de ozônio, ainda que parcial, foi certamente o maior desastre ecológico de todos os tempos causado pelo homem moderno. Hoje, mesmo com a queda do consumo de CFC, o gás ainda é comercializado no mercado paralelo.Buraco na camada de ozônio levará 2 décadas para diminuir
O buraco na camada de ozônio, que surgiu nos anos de 1980 sobre a Antártica, não deve se reduzir antes de 10, ou 20 anos, e não desaparecerá, se todas as medidas forem cumpridas, antes de 2075, previu a Organização Meteorológica Mundial (OMM). Há mais de 20 anos, a ONU tenta evitar a maior destruição da camada de ozônio. "A situação continuará sendo grave nos próximos 10, ou 20 anos, antes que o buraco comece a desaparecer, sob a condição de que se respeite o protocolo de Montreal", avaliou a organização, às vésperas do Dia Internacional de Preservação da Camada de Ozônio, em 16 de setembro. Serão necessárias várias décadas até que o buraco desapareça e se volte à situação anterior a 1980. Calcula-se que isso vá acontecer para 2075. A concentração dos gases CFC diminui a um ritmo de 1% ao ano.
Aquecimento dos Pólos é muito maior que se imaginava
segunda-feira, 1 de março de 2010
Monitoramento independente contradiz dado
55 países do Acordo de Copenhague se comprometem
Cumprindo o compromisso assumido no mês passado na conferência de Copenhague, 55 países, representando quase 80 por cento das emissões globais de gases do efeito estufa, apresentaram metas com relação ao combate à mudança climática, informou a Organização das Nações Unidas na segunda-feira.
“Isso representa uma avigoramento importante das negociações da ONU sobre a mudança climática”, disse Yvo de Boer, chefe do secretariado climático da ONU, sobre as metas apresentadas até o prazo previsto em Copenhague, 31 de janeiro de 2010. Tais metas dizem respeito à redução nas emissões de gases do efeito estufa até 2020.
A maioria dos governos – inclusive China e EUA, os dois maiores emissores – apenas reiteraram promessas divulgadas antes da cúpula de Copenhague, que frustrou muitos observadores por não resultar em um tratado que seja de cumprimento obrigatório.
De Boer disse que as promessas apresentadas por 55 dos 194 países participantes representam 78 por cento das emissões resultantes do uso energético. A ONU diz que o prazo é flexível e que outros países podem apresentar seus planos mais tarde.
O diplomata disse que os compromissos são “claros sinais da disponibilidade em avançar as negociações para uma conclusão bem sucedida”.
A expectativa dos envolvidos é selar o novo tratado climático global, que entraria em vigor em 2013, durante uma reunião entre 29 de novembro e 10 de dezembro em Cancún (México).
O acordo de Copenhague busca limitar o aumento médio da temperatura global a 2 graus Celsius acima dos níveis pré-industrial, e sugere a liberação de 100 bilhões de dólares em ajuda climática a países em desenvolvimento a partir de 2020.
Mas o texto deixava em branco as metas individuais dos países para a redução de emissões de gases do efeito estufa. Analistas dizem que as atuais metas levarão a um aumento superior a 2C.
A União Europeia propõe um corte de 20 por cento nas emissões, em relação aos níveis de 1990, ou 30 por cento se outras nações ampliarem suas ações. Os EUA prometem um corte de 17 por cento em relação aos níveis de 2005, o que significa 4 por cento em relação ao ano-base 1990. A legislação norte-americana, no entanto, está parada no Senado.
Já a China promete “se empenhar” em reduzir em 40-45 por cento as emissões por unidade do PIB até 2020, em relação aos níveis de 2005. Esse tipo de meta permitiria que as emissões continuassem crescendo, mas em ritmo inferior ao crescimento econômico.
Concebido originalmente por EUA, China, Índia, Brasil e África do Sul, ao final da conferência de Copenhague, o acordo não foi adotado formalmente pelo plenário, devido à oposição de alguns países em desenvolvimento, como Sudão, Venezuela e Cuba.
O fato de grandes países em desenvolvimento, como China e Índia, submeterem suas metas não significa necessariamente que eles desejam se “associar” ao tratado. A Índia, por exemplo, sugere que o Protocolo de Kyoto continue norteando a política climática global depois de 2012, em vez do eventual Acordo de Copenhague.Desmate cai e governo analisa antecipar metas
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