Pontos-chave
sobre o Acelerado Aquecimento Global:
Aceleração
Significativa: Após 2015, o ritmo de aquecimento da Terra aumentou
consideravelmente, superando o ritmo anterior de menos de 0,2°C por década
entre 1970 e 2015, segundo informações do Instagram do PIK.
Ultrapassagem
do Limite: Estudos apontam que o planeta pode ultrapassar o limite de 1,5°C
acima da temperatura pré-industrial antes de 2030, conforme VEJA e CPG Click
Petróleo e Gás.
Base
Científica: A análise, que reflete uma tendência de longo prazo e não
oscilações naturais, possui mais de 98% de certeza, baseando-se em cinco bases
de dados globais de temperatura (NASA, NOAA, HadCRUT, Berkeley Earth e ERA5),
destaca o Instagram do PIK.
Riscos
Elevados: Ultrapassar 1,5°C trará impactos severos e irreversíveis, como a
perda de ecossistemas e intensificação de eventos extremos, alerta a Climate
Analytics.
Impacto
no Clima: Oceanos mais quentes e gelo derretendo rapidamente são sinais claros
da aceleração, com a temperatura da superfície dos mares atingindo recordes
históricos, conforme reportado pelo www.gizmodo.com.br.
A
situação reforça a urgência de ações de mitigação e adaptação, com a ONU
alertando sobre a necessidade de reduzir emissões e o contexto da COP 30,
aponta o YouTube.
Ritmo de aumento da temperatura do planeta acelerou significativamente na última década, impulsionado principalmente pelas emissões de gases de efeito estufa.
Segundo os pesquisadores, o principal fator por trás da mudança continua sendo a emissão de gases de efeito estufa, especialmente o dióxido de carbono liberado pela queima de combustíveis fósseis.
A
temperatura média da Terra está subindo em um ritmo mais rápido do que em
qualquer outro momento desde o início das medições modernas, segundo um estudo
liderado por pesquisadores do Instituto de Pesquisa de Impacto Climático de
Potsdam, na Alemanha. A pesquisa indica que a velocidade de aumento da
temperatura global quase dobrou nos últimos 10 anos.
Os
pesquisadores calcularam que o planeta passou de um ritmo de aquecimento de
menos de 0,2°C por década entre 1970 e 2015 para cerca de 0,35°C por década na
última década. Trata-se da maior taxa registrada desde que cientistas começaram
a monitorar sistematicamente a temperatura global, em 1880.
O
estudo buscou separar o efeito das atividades humanas das variações naturais do
clima. Para isso, os cientistas aplicaram métodos estatísticos capazes de
reduzir o impacto de fatores como El Niño, ciclos solares e erupções
vulcânicas, que podem elevar temporariamente as temperaturas globais.
Mesmo após remover essas influências, os dados mostraram uma aceleração clara no aquecimento do planeta.
O que explica essa aceleração?
Segundo
os pesquisadores, o principal fator por trás da mudança continua sendo a
emissão de gases de efeito estufa (GEE), especialmente o dióxido de carbono
liberado pela queima de combustíveis fósseis.
Desde
o período pré-industrial, a temperatura média global já subiu cerca de 1,4°C.
Esse aumento tem sido intensificado pelo acúmulo de poluentes que formam uma
espécie de “cobertor” na atmosfera, retendo o calor.
Outro
elemento apontado pelos cientistas é a redução recente de poluentes de enxofre
na atmosfera. Embora prejudiciais à saúde, esses compostos tinham um efeito
temporário de resfriamento ao refletir parte da radiação solar de volta ao
espaço.
O estudo indica que, se o
ritmo observado na última década continuar, o planeta poderá ultrapassar de
forma duradoura o limite de 1,5°C acima da temperatura pré-industrial antes de
2030, meta estabelecida no Acordo de Paris para evitar os impactos mais graves
das mudanças climáticas.
Com base em dados de um dos conjuntos analisados, fornecido pelo programa europeu Copernicus, o mundo poderia atingir esse nível de aquecimento ainda este ano caso a tendência atual se mantenha. Outros conjuntos de dados indicam que o limite pode ser cruzado entre 2028 e 2029.
Aquecimento global: mudanças climáticas podem ultrapassar limite de 1,5 °C em três anos
Relatório
aponta que no ritmo atual, limite de 1,5 °C do Acordo de Paris pode ser
ultrapassado em apenas três anos.
Por
que esse limite preocupa?
Ultrapassar
de forma duradoura o nível de 1,5°C é considerado um ponto crítico pelos
cientistas do clima. Acima desse patamar, aumenta o risco de mudanças
irreversíveis em sistemas naturais, como o derretimento acelerado de camadas de
gelo ou alterações profundas em ecossistemas.
Mesmo
antes de atingir esses limites, os efeitos já são visíveis. Os últimos três
anos foram confirmados como o período de três anos mais quente já registrado,
enquanto eventos extremos, como ondas de calor e chuvas intensas, têm se
tornado mais frequentes.
Segundo os cientistas, a velocidade com que o planeta continuará aquecendo dependerá principalmente de quão rápido as emissões globais de dióxido de carbono forem reduzidas nas próximas décadas.
Cientistas revelam que o aquecimento global está acelerando desde 2015 e Terra pode ultrapassar limite crítico de 1,5°C antes de 2030. (veja.abril)





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