sábado, 17 de dezembro de 2011

Fome pode se agravar, diz estudo

Uma pesquisa divulgada pela Oxfam, organização internacional de combate à fome, prevê um futuro catastrófico na produção de alimentos se a questão ambiental não começar a ser resolvida em breve. De acordo com o estudo, eventos como a seca no nordeste da África, que resultou em pelo menos 13 milhões de famintos, devem se tornar mais frequentes e passar a acontecer de forma generalizada no mundo.
Em regiões onde problemas econômicos e políticos já são graves, as mudanças no clima devem impactar de maneira ainda mais severa a alimentação da população mais pobre, que chega a gastar 75% de sua renda com alimentação. "No momento, há comida suficiente com problemas na distribuição. Porém, com as alterações climáticas, será cada vez mais difícil produzir alimentos", diz ao Correio o representante britânico da organização, Tim Coore. "Esse efeito é mais grave em GRÃOS, como milho e arroz, e em alguns vegetais, que são a base da alimentação das populações mais pobres", completa.
Em julho, os preços do sorgo na Somália subiram 393%, e os preços do milho na Etiópia e no Quênia aumentaram, respectivamente, 191% e 161% nos últimos cinco anos. Seca e incêndios que se seguiram a uma onda de calor na Rússia e na Ucrânia destruíram grande parte da colheita de 2010 e provocaram um aumento de 60% a 80% nos preços mundiais de trigo em apenas três meses. Tempestades e tufões no sudeste da Ásia ajudaram a subir o preço do arroz em até 30% na Tailândia e no Vietnã. (linearclipping)

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Previsões da ONU sobre cordilheira

Previsões de orgão da ONU sobre cordilheira geraram escândalo
"Geleiras no Himalaia estão retrocedendo mais rápido que em qualquer outra parte do mundo e, se essa taxa continuar, a possibilidade de elas desaparecerem até o ano 2035, e talvez antes, é muito alta, se a Terra continuar aquecendo na taxa atual. Sua área total provavelmente encolherá dos atuais 500 mil para 100 mil km2 até o ano 2035 (WWF, 2005)."
"O recuo e o afinamento das geleiras do Himalaia podem ser atribuídos principalmente ao aquecimento global, por causa do aumento das emissões antropogênicas de gases do efeito estufa."
Esqueça o que você acabou de ler acima. Isso é o que dizia o relatório de 2007 do IPCC (o mais recente de uma série produzida a cada seis anos), num pequeno capítulo referente às geleiras do Himalaia. Nas últimas duas semanas, esses dois parágrafos (e mais algumas coisas) foram finalmente corrigidos, com a publicação de várias erratas no site da organização - que já havia admitido o erro, mas nunca publicado uma correção oficial.
No lugar desses dois parágrafos inteiros entrou uma única frase, dizendo: "Muitas geleiras do Himalaia estão retrocedendo." Ponto.
Desde 2007, o Himalaia é uma pedra grande e gelada no sapato do IPCC. O órgão levou dois anos para reconhecer que as previsões apresentadas no relatório não tinham base científica confiável. E teve de fazê-lo pressionado, em meio a um outro escândalo, relacionado ao vazamento de e-mails de alguns de seus autores, no episódio que ficou conhecido como "Climagate".
Apesar disso, o painel ainda é considerado a principal e mais respeitada autoridade científica sobre mudanças climáticas. Os erros são reconhecidos como falhas pontuais dentro de um relatório extremamente robusto, que não invalidam as conclusões principais - de que o aquecimento global é um problema real, muito provavelmente causado pelo homem, com graves consequências para o planeta e que precisa ser tratado com urgência. (OESP)

Como está o Planeta

Introdução ao Meio-Ambiente: Como está o Planeta
HIMALAIA
Ecologicamente é dividido em Oriente e Ocidente. Na parte Ocidental há mais chuvas (regime das monções) e na parte Oriental é frio e seco. Isto ocasiona dois tipos de vegetações: no lado Oriental até a 1.000 m de altitude, nas planícies, predominam as estepes e acima dos 1.000 m até aproximadamente 3.600 m existem florestas temperadas de coníferas e decíduas (perdem folhas no inverno), após esta altitude as vegetações são escassas e pobres e a partir de 5.500 m as montanhas são cobertas de neve, gelo. Na região Ocidental as vegetações são mais ricas e diversificadas. Começando pelo fato de existir uma vegetação tropical até aproximadamente 1.800 m de altitude (clima tropical de monções), após isto até 3.600 predominam as florestas temperadas de coníferas. E surpresa: acima disso existem prados (vegetações esparsas de arbustos e gramíneas, como o Páramo dos Andes). As neves perpétuas no lado Oriental começam a partir de 4.800 m de altitude.
Surpreendentemente, existe uma rica fauna no Himalaia. Entre os mais conhecidos (entenda-se os mais visíveis) animais que vivem no Himalaia estão o carneiro azul, takin, tar, goral-himalaio, leopardo das neves e a marmota do Himalaia. Porém, com as novas ferramentas disponíveis, além de criações de instituições como World Wildlife Fund Living Himalayas Initiative, está revelando uma nova e espetacular biodiversidade no Himalaia, não só da fauna, como também da flora. Segundo a WWF (World Wildlife Fund) foram descobertas recentemente mais de 350 espécies novas na última década. Destes 21 novas espécies são de orquídeas, 16 anfíbios, 14 peixes, 2 pássaros, 2 mamíferos e cerca de 60 novos invertebrados. Os mais otimistas acreditam que há muito mais para serem descobertos.
Entre as descobertas mais interessantes estão um cervo miniatura (60 a 80 cm de altura e 11 quilos) que recebeu o nome de "muntjac". Um sapo verde brilhante "voador" batizado de "rhacophorus suffry" que possui membranas nos pés bem compridos. E uma incrível evolução da NATUREZA: um peixe chamado "peixe-gato marrom chocolate" que possui um adesivo na parte inferior ("barriga") que "cola" nas pedras para vencer as corredeiras dos rios do Himalaia. Verdadeiras evoluções de uma NATUREZA muito inteligente. Incrível mesmo. E o desenvolvimento humano e as alterações climáticas podem estar condenando (ameaçando-os de extinção) estas espécies endêmicas, exclusivas do Himalaia. (mikamienvironmentalblog)

Himalaia Dividido

Estudos rechaçam previsões de que geleiras nas montanhas vão desaparecer até 2035, mas confirmam que, em altitudes mais baixas, elas estão derretendo em ritmo acelerado.
Assim que leu o relatório de 2007 do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) dizendo que as geleiras do Himalaia corriam sério risco de desaparecer até 2035, Koji Fujita sabia que algo estava errado. "Isso é loucura", pensou o japonês, um dos cientistas com mais experiência de campo nessa região alta e gelada. Ele sabia que a situação era ruim, mas não tanto assim. O problema é que nem ele nem ninguém tinham dados suficientes para dizer o que estava acontecendo com a capa de gelo das montanhas naquele momento - muito
Agora, passados dois anos desde que o erro no relatório do IPCC foi revelado e confirmado e um dia antes da abertura de mais uma conferência da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (a COP-17, em Durban, África do Sul), o cenário é outro. Muitas das nuvens de desconhecimento que impediam os cientistas de enxergar o futuro das geleiras foram assopradas para longe por novas pesquisas, realizadas com base em imagens de satélite, muitas horas de trabalho de campo no ar rarefeito das montanhas.
Muitas dúvidas ainda persistem, claro. Nuvens escuras e tempestuosas, adensadas por uma série de dificuldades políticas e logísticas que tornam o estudo das geleiras do Himalaia um desafio tão complexo quanto o das igualmente gélidas profundezas do oceano ou do espaço sideral. Mas um facho de luz já se abre no horizonte, iluminando ao menos algumas conclusões sobre o estado de saúde do chamado "terceiro polo" - a maior concentração de gelo e neve fora das regiões polares.
A principal delas é que os cientistas que acusaram o IPCC de estar errado estavam certos: as geleiras do Himalaia não vão, mesmo, desaparecer. Não todas elas, pelo menos. Nem em 2035, nem depois. Mesmo diante das previsões mais pessimistas de aquecimento da atmosfera, os dados indicam que grande parte da capa de gelo do Himalaia permanecerá à salvo do derretimento, protegida por um cobertor de ar frio que sopra permanentemente sobre seus picos mais altos. "As percepções de risco são um tanto exageradas", avalia Fujita, professor da Universidade de Nagoya, recém-chegado de uma expedição de pesquisa às montanhas do Butão.
"As grandes geleiras não vão desaparecer, nem nos cenários climáticos mais catastróficos", garante Arun Shrestha, do Centro Internacional para o Desenvolvimento Integrado de Montanhas (Icimod, em inglês), organização regional de pesquisa com sede em Katmandu, no Nepal.
Acima dos 5.400 metros de altitude, aproximadamente, a temperatura média nas montanhas do Himalaia nunca passa de zero - ou seja, é sempre congelante. Essa linha pode flutuar para cima ou para baixo de acordo com as condições climáticas, mas grande parte do gelo do Himalaia está suficientemente acima dela para garantir sua sobrevivência a longo prazo, explica Shrestha. No Nepal, metade das geleiras está acima de 5.500 metros. Mesmo que aqui embaixo vire uma sauna, lá em cima continuará sendo um congelador. Uma rara boa notícia perdida nessa tempestade de maus presságios associados às mudanças climáticas.
O que não significa que a situação seja boa. O problema, na verdade, está mais embaixo.
Morrendo de calor. A má notícia é que muitas geleiras menores, em altitudes mais baixas, estão de fato derretendo em ritmo acelerado. Muitas já foram extintas, muitas outras deverão morrer de calor ainda nas próximas décadas, e as implicações disso para a biodiversidade e para os povos tradicionais das montanhas são enormes. "O risco maior é para as populações de altitudes médias, que dependem da água de nascentes para sobreviver", avalia Shrestha.
As nascentes, que brotam por todos os lados nas montanhas, são abundantes, mas não são eternas. Elas são abastecidas por reservas naturais de água subterrânea que, por sua vez, são abastecidas pelo derretimento periódico de gelo e neve no topo das montanhas. Se a neve diminui e as geleiras derretem por completo, as nascentes secam. Simples assim.
Um estudo recente publicado na revista Annals of Glaciology pelo geógrafo Graham Cogley, da Universidade de Trent, no Canadá, estima que a região do "Grande Himalaia" - incluindo as montanhas associadas do Karakoram, sobre as quais flutuam as tumultuosas e altamente militarizadas fronteiras do Afeganistão, Paquistão, Índia e China - tinha aproximadamente 21 mil geleiras em 1985, contendo 4 trilhões a 8 trilhões de toneladas de gelo e cobrindo uma área do tamanho do Estado do Rio de Janeiro (43 mil km2). Desde então, Cogley estima que um quinto dessas geleiras já pode ter desaparecido.
Outras centenas ou até milhares de geleiras poderão derreter nas próximas décadas, dependendo dos padrões de temperatura e de uma série de outros fatores climáticos, físicos e geográficos. Entre 1985 e 2010, segundo Cogley, o ritmo médio de degelo foi de 1,7% ao ano. No pior dos casos, a massa de gelo na região poderá ser reduzida entre um terço e dois terços até 2035, completa o pesquisador - fazendo, ele mesmo, a ressalva de que seus números são provavelmente "pessimistas demais", por causa das várias incertezas que permeiam os cálculos.
Homem vs. natureza. Uma visita às montanhas do Himalaia na faixa dos 4 mil a 6 mil metros de altitude revela cenas dramáticas de geleiras em condições aparentemente mórbidas. Mesmo para um leigo que as vê pela primeira vez, parece óbvio que elas estão encolhendo. Algumas estão retrocedendo ao ritmo de mais de 50 metros por ano, segundo o Icimod. As evidências estão escancaradas nos enormes rastros de pedras trituradas que as massas de gelo deixam pelo caminho ao retroceder. Sulcos com dezenas de metros de profundidade, parecendo trincheiras cavadas por um gigante de gelo em guerra com o clima.
Segundo os cientistas, não há dúvida de que o aquecimento da atmosfera está influenciando esse degelo. Por outro lado, é preciso levar em conta que essas geleiras estão derretendo naturalmente há mais de 150 anos, desde o fim da chamada Pequena Era do Gelo, um longo período de temperaturas baixas que manteve a Terra resfriada - e as geleiras saudáveis - até 1850. Em seu trabalho, Cogley diz que as geleiras são "grandes demais para o clima atual", e provavelmente continuariam a encolher por mais algumas décadas independentemente da influência humana sobre o clima.
Discussão em aberto. "O fato de que a maioria das geleiras está em retração é um sinal claro de resposta a algum tipo de mudança climática. Se essa mudança está relacionada ao aquecimento global causado pelo homem ou a processos naturais é uma discussão em aberto", diz o pesquisador Dirk Scherler, da Universidade de Potsdam, na Alemanha. Uma opinião compartilhada por vários cientistas ouvidos pelo Estado.
As geleiras, assim como o oceano, respondem de maneira "atrasada" às variações climáticas. Seu comportamento atual pode ser uma reação a condições climáticas de décadas atrás, assim como sua resposta às condições atuais poderá ser sentida só décadas a frente.
Outra mensagem enfatizada pelos pesquisadores é que é difícil (e frequentemente incorreto) fazer previsões generalizadas para o Himalaia. As condições geográficas e climáticas variam bastante ao longo da cordilheira, tanto no eixo vertical quanto horizontal. E as respostas dessas diferentes composições às mudanças climáticas variam igualmente ao longo do tempo e do espaço. Nas montanhas mais a oeste, por exemplo, que ficam em latitudes mais elevadas, muitas geleiras estão aumentando em vez de encolhendo.
Um dos pontos mais sensíveis às mudanças climáticas na região é a conexão entre as geleiras no topo das cordilheiras e os rios que fluem pelos vales e planícies montanha abaixo. As geleiras funcionam como represas naturais, acumulando água congelada no inverno e liberando água líquida no verão. A importância disso para o abastecimento humano varia de acordo com as condições climáticas, geográficas e os padrões de ocupação humana. As regiões mais vulneráveis, segundo os cientistas, estão na parte oeste do Himalaia, onde a influência das monções é menor e a dependência na água das geleiras, maior - principalmente nos meses de seca.
Tudo muito variável. Não é à toa que quando perguntei a Cogley o que eu veria ao caminhar pelas montanhas e observar as geleiras da região ele respondeu: "Uma grande bagunça". (OESP)

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Nível do mar vai subir mais rápido

Nível do mar vai subir mais rápido, dizem cientistas
Registros da idade geológica do gelo sugerem que o clima da Terra vai aquecer mais rapidamente do que o esperado, empurrando o nível do mar, talvez, para mais de 30 cm acima do atual estágio ainda neste século, alertou um painel de cientistas na reunião anual da União Geofísica Americana.
Os cientistas avisam que as camadas de gelo, no passado, rapidamente derreteram assim que as temperaturas atingiram pontos de ruptura.
"É como se o gelo no para-brisas do seu carro, de repente, começasse a derreter todo de uma vez", comparou Eelco Rohling da Universidade de Southampton, na Grã Bretanha.
O aumento do nível dos oceanos tem sido um ponto de discórdia entre os cientistas do clima de diversas partes do mundo. (OESP)

Aquecimento global é escapismo?

Para chefe do IPCC, esperar mais evidências do aquecimento é escapismo
Rajendra Pachauri considera que países não devem esperar novas provas para tomarem as medidas necessárias contra a mudança climática.
Segundo o IPCC já existem provas suficientes que as emissões causam o aquecimento global
Durban, África do Sul - Líderes que esperam ter mais evidências sobre o perigo do aquecimento global flertam com o escapismo, alertou em Durban, Rajendra Pachauri, chefe do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas da ONU ganhador do Nobel da Paz e que em 2007 emitiu o alerta sobre a ameaça que as mudanças climáticas representam para o planeta.
Cento e noventa e quatro países estão reunidos em Durban para encontrar os meios de limitar a elevação da temperatura da Terra a 2ºC.
Alguns negociadores sugeriram aguardar o próximo relatório do IPCC, em 2014, antes de adotar decisões mais fortes no combate às mudanças climáticas. Eles alegam que esperariam as determinações como um nível mais exato do aquecimento que o planeta resistiria.
Pachauri discorda: o último relatório do painel, publicado em 2007, "traz elementos suficientes nos quais se apoiar para agir. Não é possível imaginar que tenhamos que esperar indefinidamente por novas provas", disse o cientista em entrevista à AFP, à margem das negociações de Durban que devem terminou em 10/12/11.
"Se o mundo aceita esta realidade científica, então a comunidade internacional deve reagir", acrescentou.
O IPCC considera que a evidência de aquecimento climático é inequívoca, com mais de 90% de probabilidade de que as causas sejam as atividades humanas. Daí a necessidade de aplicar medidas globais que detenham as emissões em setores como energia, indústria e desmatamento.
"Certamente o próximo documento permitirá, talvez, melhorar algumas coisas, fazer alguns ajustes (...), mas dizer que temos que esperar é negar a realidade", afirmou. (exame)

Glaciar da Patagônia retrocede 1 km

Glaciar da Patagônia retrocede 1 km por aquecimento global
A redução do glaciar Montt significou mudanças na geografia dos mais de 13.000 Km2 do Campo do Gelo Sul, a terceira maior superfície congelada do planeta.
O glaciar Jorge Montt no sudeste da Patagônia, a cerca de 1.800 km de Santiago: "uma das que apresentaram um maior afinamento e mais acentuada regressão no Hemisfério Sul"
Santiago - O glaciar Jorge Montt, localizado no Campo do Gelo Sul da Patagônia chilena, retrocedeu 1 km em um ano devido ao aquecimento global e às condições oceanográficas, afirmou em 07/12/11 uma investigação realizada pelo Centro de Estudos Científicos (CECs) do Chile.
"O glaciar Jorge Montt é o que tem o recorde de retrocesso", disse o cientista do CECs, Andrés Rivera, durante a apresentação da pesquisa.
O estudo evidenciou que a estrutura do glaciar de 454 km2 "é uma das que apresentaram um maior afinamento e mais acentuada regressão no Hemisfério Sul", afirmou o especialista.
Mesmo assim, a redução do glaciar Montt significou mudanças na geografia dos mais de 13.000 km2 do Campo do Gelo Sul, a terceira maior superfície congelada do planeta atrás a Antártida e da Groenlândia.
Durante a década de 1990, o glaciar Montt sofreu um retrocesso de cerca de 7 km, mas nessa ocasião, o retrocesso "acelerou-se", o que produziu uma grande quantidade de blocos, completou Rivera.
A pesquisa foi realizada entre fevereiro de 2010 e janeiro deste ano, tempo no qual foram tiradas 1.445 fotos com duas câmeras instaladas perto do glaciar e programadas para disparar diariamente em quatro ocasiões. (exame)

Microplásticos no ar de casas e carros

Microplásticos no ar de casas e carros: estudo alerta que a exposição é 100 vezes maior que a estimada. Como a presença de microplásticos no...