domingo, 25 de janeiro de 2015

Crise hídrica é preocupante e população deve economizar água

Ministra diz que crise hídrica é preocupante e pede que população economize água
Governo avalia crise de água “preocupante” e pede ajuda da população.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, considera “sensível” e “preocupante” o cenário de abastecimento de água no país. Apesar da perspectiva de chuva para os próximos dez dias na região, o diagnóstico é de que nunca se viu nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais (região metropolitana de Belo Horizonte) uma seca tão grande nos últimos 84 anos, disse ela depois de reunião no Palácio do Planalto, com outros ministros, para discutir a situação dos reservatórios de água e as previsões de chuva.
Como resposta à situação, o governo prometeu fazer mais parcerias com os estados e criar uma campanha de conscientização para que a população passe a poupar água. Izabella Teixeira defendeu o acompanhamento da crise até o fim do período de chuvas, mas adiantou que o Ministério do Meio Ambiente vai criar uma ação mais “incisiva”, pedindo a colaboração das pessoas.
Ela disse que a reunião é feita semanalmente pelos técnicos do governo, e hoje foi ampliada, com a participação de representantes de sete ministérios, para nivelar a informação do que “está acontecendo”. Além de sua pasta, estiveram presentes os titulares da Casa Civil (Aloizio Mercadante), de Minas e Energia (Eduardo Braga), da Integração Nacional (Gilberto Occhi), do Desenvolvimento Agrário (Patrus Ananias) e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (Tereza Campello).
“Ano passado estávamos operando abaixo da mínima histórica. Agora nós estamos operando abaixo do ano passado. Está tendo uma vazão afluente muito aquém do que já foi registrado numa série histórica desde 1930”, informou Izabella Teixeira. De acordo com ela, além dos ministérios participaram representantes do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, de órgãos meteorológicos e da Agência Nacional de Águas.
Das análises, foi possível prever um cenário de chuvas nos próximos dias. Existe, segundo ela, “uma sinalização de perspectiva de chuvas”, mas, obviamente, tem que ver se isso vai acontecer de fato, qual o volume de água armazenado, e se isso pode melhorar ou não os níveis de abastecimento.
Esse monitoramento dos dados vai continuar, disse ela. O governo também vai apoiar estados e municípios, e acompanhar as demandas deles, já que o abastecimento da população não é competência do governo federal. Segundo Izabella, as parcerias dependem do que os estados vão apresentar como medidas emergenciais e de caráter estruturantes.
“Estamos apoiando o financiamento. Pode ter medidas emergenciais, por exemplo, como mudança de pontos de captação [de água] em rios para poder assegurar o abastecimento em municípios que captam diretamente, e isso requer financiamento de curto prazo muitas vezes. O governo poderá apoiar neste sentido”, acrescentou.
Além de dizer que o governo não vai medir esforços para auxiliar os projetos a serem apresentados pelos governadores e prefeitos, Izabella ressalvou que uma campanha sobre o uso correto da água está em discussão na Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.
“Viremos, sim, com informação, pedindo apoio da população. O Ministério do Meio Ambiente entrará com a proposta de trabalhar cada vez mais de racionalização do uso da água e Informações ao cidadão brasileiro”, concluiu. (ecodebate)

Estoque de água em São Paulo cai 74% em um ano

Desde o primeiro alerta, estoques dos mananciais da região passaram de 1 trilhão de litros para 267,8 bilhões.
12,4% da capacidade dos reservatórios.
Imagem da represa Jaguari-Jacareí na cidade de Joanópolis no interior de São Paulo.
Um ano após o início da pior crise hídrica paulista, o estoque de água disponível para abastecer 20 milhões de pessoas na Grande São Paulo caiu 74%. Quando a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) emitiu o primeiro alerta sobre a seca no Cantareira, em 27 de janeiro de 2014, os seis mananciais que atendem a região mais rica do País somavam 1 trilhão de litros armazenados. Hoje, restam 267,8 bilhões, 12,4% da capacidade dos reservatórios.
A crise começa a ganhar ares trágicos na medida em que as reservas de água continuam caindo na temporada de chuvas, fenômeno que se repete pelo segundo verão consecutivo. Esta é a pior seca nos últimos 85 anos. Mantendo esse ritmo, essa reserva pode acabar em 206 dias.
Há um ano, o Cantareira estava com 23,1% de capacidade - hoje, com o uso do volume morto, o nível está 23,7% abaixo de zero - e o estoque para toda a região metropolitana era de 47,3%, volume que foi suficiente para atravessar o período seco de 2014, já com economia e cortes na distribuição de água.
De lá para cá, a Sabesp lançou um programa de bônus para quem economizar água, bombardeou nuvens para provocar chuva artificial, retirou bairros da capital da área de cobertura do Cantareira e reduziu a pressão na rede para diminuir as perdas por vazamentos. O rodízio oficial chegou a ser planejado em janeiro, conforme o Estado revelou em agosto, e o racionamento admitido e negado várias vezes pela gestão Geraldo Alckmin (PSDB).
"As chuvas são bem inferiores à expectativa para o verão e a situação atual das represas é muito pior do que em 2014. O cenário é de esgotamento", afirma Marussia Whately, coordenadora do Instituto Socioambiental (ISA). "O fato é que as medidas adotadas até agora não foram suficientes para reservar o máximo de recursos para 2015. Além do impacto social, isso vai repercutir economicamente na região que concentra um quarto do PIB do Brasil", diz Samuel Barrêto, especialista em recursos hídricos da ONG The Nature Conservancy (TNC).
Com todas as ações, a Sabesp conseguiu reduzir em 23% o volume de água produzido na Grande São Paulo, de 69 mil litros por segundo em média antes da crise para os atuais 53 mil litros. Economia ainda pequena diante do déficit diário de água nos mananciais, em especial o Cantareira, que caminha para captar água de uma terceira cota do volume morto. Em um ano, as perdas nos sistemas chegam a 753 bilhões de litros, volume quatro vezes superior à capacidade da Represa do Guarapiranga, na zona sul. (yahoo)
 

Vilões do desperdício d’água

(r7)

Em um ano estoque de água nos reservatórios cai 74%

Em um ano de crise, estoque de água nos reservatórios cai 74%
Após um ano de crise, estoque de água nos reservatórios de São Paulo cai 74%.
Em janeiro/14, seis mananciais que atendem a região mais rica do país somavam 1 trilhão de litros armazenados, quando a Sabesp emitiu o primeiro alerta sobre a seca no Sistema Cantareira, era 27/01/14. Hoje, restam 267,8 bilhões, 12,4% da capacidade total das represas.
O deserto ao lado - Trecho da reserva do Sistema Cantareira, que abastece São Paulo, em 22/01/15, com 5,4% de sua capacidade – em 23/01 caiu a 5,3%.
Mananciais que atendem a região metropolitana de SP somavam 1 trilhão de litros em 27/01/14; hoje, restam 267,8 bilhões.
Um ano após o início da pior crise hídrica paulista, o estoque de água disponível para abastecer 20 milhões de pessoas na Grande São Paulo caiu 74%. Quando a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) emitiu o primeiro alerta sobre a seca no Cantareira, em 27 de janeiro de 2014, os seis mananciais que atendem a região mais rica do País somavam 1 trilhão de litros armazenados. Hoje, restam 267,8 bilhões, 12,4% da capacidade dos reservatórios.
A crise começa a ganhar ares trágicos na medida em que as reservas de água continuam caindo na temporada de chuvas, fenômeno que se repete pelo segundo verão consecutivo. Esta é a pior seca nos últimos 85 anos. Mantendo esse ritmo, essa reserva pode acabar em 206 dias.
Há um ano, o Cantareira estava com 23,1% de capacidade – hoje, com o uso do volume morto, o nível está 23,7% abaixo de zero – e o estoque para toda a região metropolitana era de 47,3%, volume que foi suficiente para atravessar o período seco de 2014, já com economia e cortes na distribuição de água.
De lá para cá, a Sabesp lançou um programa de bônus para quem economizar água, bombardeou nuvens para provocar chuva artificial, retirou bairros da capital da área de cobertura do Cantareira e reduziu a pressão na rede para diminuir as perdas por vazamentos. O rodízio oficial chegou a ser planejado em janeiro, conforme o Estado revelou em agosto, e o racionamento admitido e negado várias vezes pela gestão Geraldo Alckmin (PSDB).
“As chuvas são bem inferiores à expectativa para o verão e a situação atual das represas é muito pior do que em 2014. O cenário é de esgotamento”, afirma Marussia Whately, coordenadora do Instituto Socioambiental (ISA). “O fato é que as medidas adotadas até agora não foram suficientes para reservar o máximo de recursos para 2015. Além do impacto social, isso vai repercutir economicamente na região que concentra um quarto do PIB do Brasil”, diz Samuel Barrêto, especialista em recursos hídricos da ONG The Nature Conservancy (TNC).
Com todas as ações, a Sabesp conseguiu reduzir em 23% o volume de água produzido na Grande São Paulo, de 69 mil litros por segundo em média antes da crise para os atuais 53 mil litros. Economia ainda pequena diante do déficit diário de água nos mananciais, em especial o Cantareira, que caminha para captar água de uma terceira cota do volume morto. Em um ano, as perdas nos sistemas chegam a 753 bilhões de litros, volume quatro vezes superior à capacidade da Represa do Guarapiranga, na zona sul.
No início deste ano, o discurso oficial sobre a crise mudou com os novos gestores na Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos e na direção da Sabesp. O governo lançou a sobretaxa para quem aumentar o consumo, medida que havia sido descartada em julho, e voltou a admitir risco de racionamento.
O novo tom teve reflexo direto na população, que tem sofrido ainda mais com cortes no abastecimento e passou a acreditar que a água pode mesmo acabar. “Do jeito que está, nesse calor insuportável, a pouca chuva que vem evapora. Tenho muito medo”, diz a professora Marilu Romano, de 60 anos, de Pinheiros, zona oeste.
Já a diarista Mariléia Feitosa da Silva, de 21 anos, pensa em voltar para o Maranhão. “Lá tem água. Eu vim para São Paulo há uns quatro meses, já sabia que estava sem água aqui. Até agora está dando para sobreviver. Se não der, eu volto”, diz a moradora de Paraisópolis, onde tem água dia sim, dia não.
Comércio e indústria
A preocupação dos setores da economia paulista, que já era grande no ano passado, se agravou. A Federação das Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp) está mapeando o subsolo da Grande São Paulo em busca de água. “Vamos incentivar as empresas a formar consórcios para captar e distribuir a água”, afirmou Nelson Pereira dos Reis, diretor da entidade.
Segundo ele, tanto as pequenas quanto as grandes indústrias devem mudar seus turnos de trabalho para conseguir aproveitar as horas em que há abastecimento público. O mesmo deve acontecer no comércio. “As perspectivas, por qualquer lado que a gente olhe, são muito preocupantes. O governo deveria ter alertado de maneira bastante forte a população”, disse Antonio Carlos Pela, do Conselho de Política Urbana da Associação Comercial.
Governo
O pedido do Estado para entrevistar o secretário de Recursos Hídricos e o presidente da Sabesp sobre um ano de crise não foi atendido. (OESP)

Reservatório de Paraibuna começa a usar reserva técnica

ANA: reservatório de Paraibuna começa a usar reserva técnica
Volume de água fica localizado abaixo do limite operacional para a geração de energia elétrica.
O reservatório de Paraibuna começou a utilizar em 22/01/15, o volume de água localizado abaixo do limite operacional para a geração de energia elétrica. A reserva técnica que começa a ser utilizada visa garantir os usos múltiplos na bacia do Paraíba do Sul, inclusive o abastecimento da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
De acordo com a Agência Nacional de Águas, as regras para a utilização da reserva permanecem as mesmas atualmente em vigência. Oportunamente, a ANA fará a divulgação de novas regras, caso elas sejam modificadas, em articulação com o Operador Nacional do Sistema Elétrico, os órgãos gestores de recursos hídricos dos estados que compartilham a bacia - São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais - e o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul.
O volume localizado abaixo do limite operacional das hidrelétricas é conhecido como volume morto, pois não é utilizado para a geração de energia. Segundo a ANA, diferente do uso da reserva técnica do Sistema Cantareira, onde foram necessárias obras para a instalação de bombas capazes de acessar o volume abaixo do limite operacional daqueles reservatórios, no Paraíba do Sul não serão necessárias obras para alcançar a parte desta reserva que é acessível por gravidade.
Segundo dados do ONS, o volume morto total do Paraibuna possui 2.096 hm³, que equivalem a 2,096 bilhões de m³ ou a 2,096 trilhões de litros. O volume total de água desta reserva acessível por gravidade ainda está sendo estudado pelo ONS e o operador do reservatório. (canalenergia)

A seca ‘perfeita’

O que está ocorrendo na região nordeste no Brasil pode tender para uma ‘seca perfeita’
Períodos secos possuem uma frequência de ocorrência que pode ser de anos isolados ou sequências de anos. Normalmente as situações mais severas são sequências de anos secos ou um ou mais anos muito abaixo da média. Normalmente as condições de sequências de anos faz com que a população perca a sustentabilidade e na história existem relatos de populações que mudam de locais devido ao permanente período seco. Em hidrologia foi cunhado um termo para sequências hidrológicas com períodos acima ou abaixo da média, como de Noé e José, (como relatos da bíblia).
Alguns programas de TV têm tratado de desastres naturais como inundações e utilizado a palavra "perfeita" como por exemplo, a tempestade perfeita, onde combinações de fatores muito desfavoráveis produzem um cenário nunca visto ou muito crítico.
O que está ocorrendo na região Sudeste do Brasil e, especial da Região Metropolitana de São Paulo, pode tender para uma chamada "seca perfeita". As causas não são isoladas, mas combinadas e as principais que se inter-relacionam são:
• O período hidrológico é severo, nunca registrado e, mesmo comparando com outras regiões é muito raro ter um ano com 30% da vazão média de longo período, depois de um ano anterior ainda seco;
• Poderá ainda ser pior se esta for uma sequência de anos secos, como já aconteceu no Pantanal (13 anos de vazões muito abaixo da média de 1960 a 1973); no rio Uruguai no RS de 1942 a 1951 (que pode ter motivado a migração dos gaúchos para o Paraná e outros Estados);
• Grande concentração de demanda numa área, 20 - 22 milhões de pessoas que ocupam da ordem de 2.000 a 3.000 km2. Na parte superior da bacia, onde a oferta de água é pequena;
• Baixa eficiência do sistema oferta de água por tratamento e distribuição e baixa conservação por parte da população e falta de tratamento dos esgotos gerados produzem aumento da demanda e redução da disponibilidade por contaminação. A proporção de tratamento de esgoto em São Paulo é de 52%, o que é lamentável para um Estado rico.
• Para abastecer a cidade com a população de 22 milhões nesta região seriam necessários pelo menos 5.000 km2 de bacia hidrográfica com regularização de vazão. Como a cidade pelo seu desenvolvimento contaminou os mananciais de água de água, a área total necessária seriam 8.000 km2 (3.000 km2 para ocupação e contaminação e 5.000 km2 para abastecimento). Isto não existe, pois a bacia hidrográfica do Tiete a jusante de São Paulo tem da ordem de 3.000 km2. Isto levou a importação de água do Cantareira e provavelmente será necessário de outras bacias a custos altos. Este é o resultado da má gestão dos recursos naturais dentro de uma visão mais integrada.
• A natureza vem dando sinais de condições críticas desde 2000 (ou antes) com condições críticas de oferta e demanda, mas a gestão do sistema tem mantido a "emoção" do risco de falta de água. Aqueles que foram mais precavidos perfuraram poços e estão mais tranquilos, mas a maioria está dentro de um risco importante.
Este desastre hídrico ambiental é um processo cumulativo de gestão do espaço e de infraestrutura de água que aparece em São Paulo pela sua magnitude, mas que ocorre em todo o país. É mais grave nas cidades que estão nas cabeceiras dos rios. Exemplo: Brasília, Goiânia, Curitiba, etc.
Planejar obras assumindo um determinado risco é normal na engenharia, o problema é não estar preparado para o risco, quando ele vier. É evidente que um cenário de seca como o atual leva ao racionamento e gestão da escassez, o problema é o seu agravamento pela falta de medidas preventivas de resiliência que permita reduzir os impactos. (yahoo)

Cantareira opera com 5,2% da capacidade

Cantareira opera com 5,2% da capacidade, diz Sabesp
Manancial registrou nova queda de 0,1% mesmo com volume de chuva de 25,9 milímetros nas últimas 24 horas.
Crise hídrica em São Paulo continua.
Barragens do Sistema Cantareira secaram, provocando crise no fornecimento de água.
Principal manancial de São Paulo, o Cantareira opera com 5,2% de sua capacidade neste sábado, 0,1% a menos do que no dia anterior, segundo relatório da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). A companhia já considera no cálculo duas cotas do volume morto, de 182,5 bilhões e de 105 bilhões de litros de água, acrescentadas em maio e outubro, respectivamente. O volume de chuva sobre o Cantareira nas últimas 24 horas foi de 25,9 milímetros. Já a pluviometria acumulada do mês é de 90,8 mm.
Já o Sistema Alto Tietê, segundo maior manancial paulista, registrou aumento de 0,1% no volume de água represada e opera neste sábado com 10,4% da capacidade, ante 10,3% do dia anterior. Sobre a região dos seus reservatórios, a pluviometria do dia registrada foi de 7,1 milímetros. O atual cálculo da Sabesp para o volume de água no Alto Tietê considera 39,4 bilhões de litros de água do volume morto, adicionados em dezembro.
Ainda de acordo com o relatório da Sabesp, o Guarapiranga está com 39,4% da sua capacidade, ante 38,5% do dia anterior. No sistema Alto Cotia, o menor dos mananciais, o aumento foi de 0,1% e o reservatório opera com 28,6% do volume armazenado de água. Por sua vez, os Sistemas Rio Claro e Rio Grande operam com 30,6% e 71,7% da capacidade, respectivamente. (yahoo)

Microplásticos no ar de casas e carros

Microplásticos no ar de casas e carros: estudo alerta que a exposição é 100 vezes maior que a estimada. Como a presença de microplásticos no...